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Razões para confiar os seus filhos
a uma Escola Adventista

Muitas famílias adventistas questionam-se sobre a educação que devem dar aos seus filhos, buscando encontrar razões para justificar a tomada de decisão de os matricular numa Escola Adventista ou não. Para muitas destas famílias, infelizmente este é um exercício teórico e sem repercussão, pois afinal não existe, na vizinhança, nenhuma escola da Igreja. Para outras, é mais do que isso, é uma decisão prática e consciente! A possibilidade para estas existe e a questão é: matricular ou não matricular? Se sim, porquê?
Prezado leitor, desafiamo-lo, nesta importante fase de prospeção e decisão quanto à escola onde poderá matricular os seus filhos, a conhecer melhor as Escolas Adventistas em Portugal! Descubra, acredite e envolva-se com estes lugares de crescimento espiritual, onde o sucesso académico é uma realidade e onde o sucesso eterno é uma preocupação que não existe em outra escola neste país.

Tiago Alves
Diretor do Departamento de Educação da UPASD

Razões e Testemunhos para confiar os seus filhos à Creche e Jardim de Infância Arco-Íris e ao Colégio Adventista de Setúbal

Ao vaguearmos pela baixa da cidade, deparamo-nos com uma série de outdoors que nos apelam aos mais variados tipos de serviços e instituições, aos quais por uma ou outra razão por vezes somos tentados a procurar e aceitar o que nos têm para oferecer. Noutras situações, acontece que ao falarmos com alguém em quem confiamos, nos diz algo sobre algum serviço que procuramos.
Nas nossa instituições – Arco Íris e CAS, uma grande maioria, senão mesmo quase todos, os pais chegam até nós pela mensagem de alguém que falou sobre o que nós temos para oferecer.
Apresentamos alguns testemunhos de pais não adventistas, e as suas experiências quando lhes foi aconselhado os nossos estabelecimentos de ensino.
Pergunta – Como conheceu os nossos estabelecimentos de ensino?
Sofia Costa Mendes - Ouvimos falar do Arco Íris através de um casal amigo, cuja filha mais velha já tinha frequentado. Na altura, em 2008, por dificuldades de conciliação de horários e transporte o nosso filho mais velho não integrou este Jardim de Infância. Mas, após o nascimento da nossa segunda filha, em 2009, considerámos o Arco-Íris como a nossa primeira escolha, tendo sido feita a pré- inscrição para garantir a sua entrada.
Carla Farinha - Conheci o colégio através de um colega de serviço.
Carla Nunes - Já desde 1999, que conhecemos a instituição, por termos tido uma sobrinha no Jardim de Infância. Em 2003 o nosso primeiro filho entra também no Arco-Íris, passando de seguida para o 1º ciclo do CAS. O percurso da Filipa (atual aluna) tem sido igual ao irmão, entrando em setembro de 2007, no pré-primário e no ano letivo 2010/2011, no CAS.
Pergunta - Que expectativas tinha sobre as nossas instituições?
SCM - Após a primeira visita e acolhimento, ficámos com boa impressão, indo ao encontro do que nos fora inicialmente dito, "um Jardim de Infância de confiança, acolhedor, que pratica e incentiva bons valores, atitudes e excelentes hábitos alimentares."
CF - A expectativa era que era um colégio muito familiar, e com um nível de ensino superior às restantes escolas.
CN - Não podemos dizer que em 2006 (entrada do primeiro filho), tivéssemos expectativas, tínhamos mais, "convicções". Devido a uma especificidade do nosso filho, que exigia um profissional de "mão cheia", percebemos que no CAS encontrávamos esse equilíbrio necessário e assim em muito boa hora,  resolvemos inscrevê-lo.
Pergunta - Qual a sua experiência como mãe de um/a aluno/a desta escola?
SCM - Desde o primeiro momento que sentimos uma grande empatia e assertividade associada à clareza e rigor de boas práticas. Tanto na fase administrativa com a pré-inscrição, inscrição, entrega e preenchimento de documentação, pagamentos e esclarecimento de dúvidas, como numa fase posterior de integração e interação com toda a equipa pedagógica, sentimos sempre um forte sentimento de pertença e de bem-estar intrinsecamente ligado à excelente recetividade e disponibilidade demonstrada por toda a equipa. Esta experiência foi e é responsável pelo aumento e fortalecimento do nosso sentimento de confiança, tanto a nível educativo e formativo como ao nível de higiene e segurança.
CF - Senti que o meu filho evoluiu muito tanto a nível social como espiritualmente.
CN - Nestes anos, já há muito, que não me sinto como "uma mãe", mas sim como alguém que faz parte, dentro do seu papel, de uma equipa. Com toda a equipa (administrativa, pedagógica, auxiliar), criei uma ligação bastante forte. Sou uma pessoa, que tento ter opinião formada acerca de quase tudo o que me rodeia e mesmo em alguns momentos em que a minha opinião foi menos favorável, sempre senti muita abertura para a dar e sempre senti que a mesma foi ouvida, analisada e conversada, chegando-se sempre a um excelente bom senso. Portanto a minha experiência é muito positiva.
Pergunta - Com que olhos vê a parte espiritual dada nos nossos estabelecimentos de ensino?
SCM - A parte espiritual dada na escola evidencia-se, logo no início, como sendo a espinha dorsal do projeto educativo, é o fio condutor de onde partem todas as ramificações, que de uma forma muito bem articulada com a atualidade, o desenvolvimento tecnológico e a criatividade, promovem o desenvolvimento de aptidões e competências sociais como a partilha, espírito de equipa, a boa capacidade de comunicação oral e escrita, o sentido de responsabilidade social e ambiental, o sentido de organização pessoal e coletiva, o respeito por si, pelo outro e por Deus. O conhecimento das Escrituras Bíblicas e a prática de hábitos saudáveis chega às nossas filhas de uma forma criativa, natural, passando a fazer parte do dia a dia de cada uma delas e inevitavelmente do dia a dia de toda a família, pais e irmão. A parte espiritual desta escola permitiu-nos "Ver" a Palavra de Deus e conhecer a sua História com outros olhos e interesse. Deixámos assim de olhar para a Bíblia apenas como "O" Livro Sagrado que, apesar de existir em nossa casa, era quase como algo misterioso e praticamente inacessível ao nosso conhecimento.
 CF - Vejo com muito bons olhos, uma vez que é transmitido aos alunos um ensinamento espiritual muito adequado para as suas idades, de tal forma que  o meu filho vive a parte espiritual intensamente e tenta-a transmitir em casa com muita clareza de conhecimentos.
CN - Como todos sabem não sou Adventista, mas sempre partilhei da ideia de que a religião deve fazer parte da nossa educação e vivência. Não transmitida de uma maneira "fechada",  isto é onde são passadas doutrinas e dogmas, mas sim "aberta e liberta", passando valores e princípios no sentido de permitir a análise e a adaptação às vidas de cada um.
Pergunta - Recomendaria as nossas escolas a alguém?
SCF - Por tudo o que já disse...claro que sim! Se tivéssemos mais um filho era para o Arco Íris que iria!   
CF - Sim, claro.
CN - Não respondendo diretamente à pergunta, posso dizer, que se mais filhos tivesse, saberia certamente, onde os colocaria e pena tenho que não exista um CAOD, em Setúbal ou arredores.
Perante estes testemunhos considero então, que a publicidade maior que temos para oferecer é todo um conjunto de valores, princípios, os quais nos distingue, e que em algum momento marcou a vida de alguém e quis partilhar isso com outros, mostrando que a filosofia da Educação Adventista não só foi importante aqui, mas quem sabe foi o início de uma caminhada até à eternidade.

Professora Isabel Lobo Teixeira
"Ensinai-as...”

Existem muitas razões que poderão ter o seu peso na decisão de colocarmos os nossos filhos numa escola Adventista. Nestas breves linhas gostaria apenas de focarmos uma, o Estudo da Palavra de Deus.
No livro de Deuteronómio, encontramos uma admoestação referida com frequência aos pais: “Ensinai-as ” (Deut. 11:18-20, 4:10, 6:7), o que demonstra uma grande preocupação de Deus pelos nossos filhos e uma enorme responsabilidade que recai sobre nós, os pais.
Deus, em todas as épocas, deixou conselhos e orientações para os seus filhos “Para que se multipliquem os nossos dias e os dias dos nossos filhos na Terra” (Deut. 11:21).
Em 1881, faz este ano 133 anos, Deus mais uma vez se manifestou quando uma das grandes conselheiras da igreja adventista, Ellen White, teve a primeira visão sobre a educação dos filhos da igreja escrevendo o seguinte: “ Deus declarou ser desígnio seu, possuir um colégio em que a Bíblia tenha o seu devido lugar na educação da juventude.” (Testemunho para a igreja, vol.5, p.26).
As nossas escolas Adventistas fazem da Bíblia o principal livro de estudo. Os conceitos educacionais adventistas valorizam a bíblia e defendem os seus ensinos.
A Educação Adventista procura apresentar, à luz da Bíblia, que Deus é o centro da vida e não o Homem, daí a importância do aluno procurar conhecer esse Deus que tanto o ama e que deu a Sua vida por ele. A meditação que é feita logo na primeira hora da manhã, as aulas de Educação Moral e Religiosa Adventista em que se aprende a manejar a Bíblia, as Semanas de Oração, os cânticos, estas são apenas algumas atividades que se fazem nas nossas escolas e que mais tarde ou mais cedo produzirão os seus frutos.
Os alunos das nossas escolas, ao seguirem os programas oficiais elaborados pelo Ministério de Educação, são confrontados com a teoria evolucionista. No entanto, são confrontados igualmente com a teoria que a Bíblia nos apresenta, o Criacionismo. Desta forma, as nossas escolas procuram seguir o conselho da grande educadora Ellen White que escreveu o seguinte: “é a obra da verdadeira educação desenvolver essa faculdade, preparar os jovens para que sejam pensantes e não meros refletores do pensamento de outros” (Educação, p. 17). Assim, as Escolas Adventistas entendem que o ensino do contraditório e o contraste de ideias promovem o pensamento crítico. Por isso, são expostos comparativamente nas aulas de ciências os modelos criacionista e evolucionista.
A Educação Adventista não é um projeto humano é um projecto Divino porque Deus sabe o que é melhor para os seus filhos. Pense nisso!

Pr. Edgar Justino, Capelão, Preceptor e Encarregado de Educação do CAOD
Escola Ideal para o meu filho
Externato Adventista do Funchal


“Para que nossos filhos sejam como plantas, bem desenvolvidos na sua mocidade; e que as nossas filhas sejam como pedras de esquina lavradas, como colunas de um palácio.” (Salmo 144:12)
 
Uma das decisões mais importantes que tomamos na vida é a escolha da escola onde os nossos filhos vão passar grande parte, por vezes, a maior parte do seu tempo de juventude. Quando pensamos neste assunto, que preocupações surgem na nossa mente que nos ajudam nesta escolha?... Certamente professores motivados, esforçados, trabalhadores; o método de ensino; os conhecimentos científicos e pedagógicos; o sistema de avaliação; a disciplina; o nível de relacionamento com os Encarregados de Educação; colegas que respeitem as suas opiniões e diferenças, que se sintam impelidos a ajudar os nossos filhos a ultrapassar possíveis dificuldades; um ambiente familiar; o ensino de valores; uma atenção individual; a organização; a alimentação… são alguns dos aspetos mais relevantes a pesar. Aspetos que me motivam, com toda a certeza, enquanto mãe, a escolher o Externato Adventista do Funchal. Particularmente, procuro também uma escola que ensine o meu filho a amar a Deus, “que apresente uma educação que é tão alta como o céu e tão extensa como o Universo; uma educação que não poderá completar-se nesta vida, mas que se prolongará na vindoura; educação que garante ao estudante eficiente sua promoção da escola preparatória da Terra para o curso superior — a escola celestial.” (Educação, Ellen White, p. 19). Outros pais cristãos procuram esta escola também por este motivo. Pais que desejam ver seus filhos nos caminhos de Deus devem procurar um ambiente que lhes permita viver o cristianismo como nos aconselha Ellen White no livro Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes: ”a todos os nossos jovens se deve permitir fruírem das bençãos e privilégios da educação em nossas escolas, para que possam ser inspirados a se fazerem co obreiros de Deus”.
Quando encontramos algo bom, que nos enche as medidas, gostamos de partilhar. Esta é uma das formas que possibilita a divulgação da instituição, a experiência pessoal e positiva dos alunos e Encarregados de Educação, que dão a conhecer aos outros o que puderam vivenciar ou observar. Muitos são os pais que procuram o Externato Adventista porque alguém lhes apresentou boas referências, por vezes profissionais de saúde, professoras formadoras, amigos ou conhecidos. A escola também tem recebido alunos que sentiram alguma dificuldade em integrar-se noutras escolas e que se integram com muita facilidade no Externato Adventista.
Outra forma conhecida de divulgação é o facebook, a escola mantém atualizada a sua página, de forma a dar a conhecer as atividades que dinamiza. Este instrumento já permitiu a matrícula de um aluno cuja Encarregada de Educação apreciou as atividades realizadas no âmbito do programa Eco-escolas.
Neste ano letivo, a escola implementou o “OPEN DAY”, dando a possibilidade a todos os alunos de entregarem um convite a um amigo que quisesse conhecer a escola. Este programa foi também divulgado na rádio através de uma entrevista à diretora pedagógica que explicitou os objetivos deste evento. Neste dia, os participantes puderam realizar uma “caça ao tesouro”, uma gincana desportiva, apreciar um espetáculo de patinagem e uma  apresentação musical. O programa finalizou com um lanche convívio. Foram momentos de partilha muito significativos para todos os presentes.
Aguardamos com fé os frutos…citando a Bíblia: “O reino de Deus é como um homem que lança a semente na terra. Quer ele esteja acordado, quer esteja a dormir, ela brota e cresce, sem ele saber como isso acontece”. (Marcos 4:26 e 27).
 
Professora Natércia Dias Ferreira
"Tudo é possível ao que crê"
Oficina de Talentos

Porquê escrever ou falar sobre as múltiplas razões que devem levar os pais a confiar os seus filhos a uma escola adventista?  Porque desejamos partilhar, esclarecer e informar aqueles que não conhecem tão bem o real valor da educação adventista.
 A Igreja Adventista,desde o seu  início, percebeu que a sua filosofia de educação diferia, na própria essência, de outras filosofias adotadas pelos vários segmentos da sociedade. Partindo da premissa que sistemas diferentes de ensino têm diferentes metas a atingir, os adventistas do sétimo dia construiram uma filosofia de educação com base em quatro pilares fundamentais: (1) na Palavra de Deus que estabelece a cosmovisão única e insubstituível na construção de uma filosofia genuína da educação adventista (2) na existência do Deus Criador que é a Verdade Absoluta, não contaminada (3) na Lei Moral de Deus reveladora do Seu caráter e dos valores éticos e estéticos nela contidos (4) em Jesus Cristo, a pedra angular que é garantia da nossa salvação e redenção. Na educação, como na redenção “ninguém pode pôr outro fundamento, além daquele que  já está posto – I Cor. 3:11
 Ao assumir a responsabilidade de desenvolver uma filosofia educacional, a igreja tem dispensado um enorme esforço para estabelecer e manter um sistema educacional próprio cujos objetivos, a partir da perspetiva bíblica, sugerem aos educadores tomadas de decisão sobre as necessidades dos alunos, o papel do professor na sala de aula, os aspetos mais importantes a enfatizar no currículo, as metodologias de ensino, a função social da escola, como dar sentido ao mundo complexo em que vivemos, entre outros.
Na escola adventista, os dedicados educadores, conscientes das suas limitações, trabalham como agentes de Deus para o desenvolvimento global fìsico, mental, social e espiritual na perspetiva da preparação dos seus alunos para a cidadania nesta vida e na Vida Eterna com Jesus. Porque esta é uma educação diferenciada decalcada do Plano Divino de Educação para a Humanidade.
Neste ponto, é importante salientar o que escreveu o pastor e professor George R. Knight na revista Educação Adventista, nº 33: 2012, p. 6 : “uma filosofia de educação envolve muito mais que uma filosofia de escolaridade. As escolas são apenas um aspeto do sistema de ensino de qualquer grupo social. A família, a mídia, o grupo de colegas e a igreja também compartilham a responsabilidade de educar a próxima geração, sendo que a família exerce o papel dominante. (…) A melhor experiência educacional, é claro, acontece quando pais, professores e líderes da igreja partilham as mesmas preocupações e proporcionam um ambiente de aprendizagem em que cada aluno experimenta uma educação unificada, em vez de uma educação esquizofrénica na qual todos os educadores defendem pontos de vista diferentes.”
No livro Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, p. 49, CPB, Tatuí, SP- Ellen G. White escreve: “Por uma concepção falsa da verdadeira natureza e objetivo da educação, muitos têm sido levados a erros sérios e mesmo fatais (eternamente fatais, no contexto geral dos seus escritos). Tal engano é cometido quando a ordenação do coração, ou seja,  o estabelecimento de princípios é negligenciado no esforço de conseguir a cultura intelectual ou quando interesses eternos ficam sem consideração no ávido desejo de regalias temporais.” 
E sobre o mesmo tema, a escritora prossegue: “A necessidade de estabelecer escolas cristãs é-me apresentada com muita insistência. (...) Há necessidade de escolas em que se faça da Palavra de Deus a base da educação. Satanás (...) quer que as mentes sejam educadas de tal modo que homens e mulheres exerçam sua influência do lado do erro e da corrupção moral, em vez de usarem os seus talentos no serviço de Deus. O seu objetivo é, de facto, alcançado quando, pervertendo as suas ideias acerca da educação, consegue atrair para o seu lado pais e mestres; pois uma educação errônea coloca frequentemente a inteligência na senda da incredulidade.”
 Ainda que os pais optem pela educação adventista, não existe geograficamente uma rede escolar que responda às suas necessidades de colocar os seus filhos numa escola adventista.  Como alternativa, existe o Ensino Individual.
Para as igrejas e famílias da área de Lisboa, a Oficina de Talentos, sendo uma unidade de Ensino Individual adventista, desde 2008, tem tido a bêncão de Deus sobre o seu Projeto educativo. O ensino aqui ministrado por educadores adventistas dedicados e comprometidos com a sagrada Missão de ensinar, tem sido reconhecido pelo Ministério de Educação. A unidade de Ensino Individual Oficina de Talentos (OT) começou com uma frequência de 18 alunos ( 6 no 1º Ciclo e 12 no Jardim de Infância). Neste ano letivo, conta com 34 alunos, 6 dos quais já mostraram o desejo de prosseguir os seus estudos no 5º ano de escolaridade.
Este é o desafio a concretizar no próximo ano assim como a abertura de Berçário e Creche. “Tudo é possível ao que crê.” (Marcos 9:23)
Em conclusão, diríamos que a  primeira razão para confiar o seu filho/a a uma escola adventista é ser crente adventista do sétimo dia. Esta afirmação decorre do seguinte raciocínio:  Assim como não é suposto um crente adventista do sétimo dia frequentar, num qualquer dia, uma igreja qualquer, desde que se intitule cristã e fale de Cristo, também não o será enviar os seus filhos a uma qualquer escola pública ou privada, só porque leciona o currículo nacional.
Pense nisto!
 
Natividade Quintino, Cordenadora da OT
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