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E o especial de Fim de Ano continua!

As Doze Casas

 

Aline subia as escadas com pressa, tanto porque eram muitas, tanto porque era com alguma urgência que sua busca se revestia. 
 
Ou porque nos sonhos as coisas aconteciam sem um motivo específico, ou porque aquela história lhe era familiar e parecia no mínimo lógico que precisasse atravessar as doze casas, ou ainda porque as histórias grandiosas, épicas, eram movidas por uma busca e o que importava estava lá no topo, depois das escadarias, muito além dos telhados e pilares que se erguiam no horizonte. 

 
Não se sabia ao certo o que buscava, mas acreditava que era seu, de seu merecimento, algo que há muito desejava (uma pessoa? um lugar? um projeto? Só Aline poderia saber). Chamemos então de A Realização: algo que não caíria em seu colo magicamente, mas exigiria algum esforço para conquistar – e lhe disseram que um daqueles moradores guardava o objeto de sua busca. Às doze casas então. 
 
A primeira tinha um clima acolhedor, porque morava nela Janeiro, ou Jane, como gostava de ser chamada. Era muito simpática, viva, uma aparência revigorada de alguém que acabava de entrar em férias ou de alguém que encarava com ânimo uma vida inteira pela frente. 
 
Ela convidou Aline para entrar e tomaram chá. Falaram sobre A Realização e Jane confirmou, otimista, que poderia ser encontrada em algum lugar das doze casas. Claro que Aline esperava que ela lhe dissesse que tipo de desafios encontraria, para o quê precisaria se preparar, mas Jane lhe disse que seria moleza. Piece of cake. Mamão com açúcar.
 
Passar dali foi realmente fácil, pois a própria moradora concedeu passagem, despedindo-se efusivamente com um sorriso de “vai ficar tudo bem”. A próxima casa, alguns degraus acima, quase fez com que acreditasse que aquele não seria um desafio, mas um passeio.
 
Fevereiro não foi receber Aline na porta porque estava mais ocupado bebendo e dançando, a casa lotada, gente na piscina tomando cerveja e fazendo churrasco, uma decoração carnavalesca feita de última hora e o próprio anfitrião vestia uma fantasia aberrante, com chifres e lantejoulas, muito dourado e faixas coloridas penduradas em toda parte, maquiagem borrada e chinelo de dedo. Pensando bem, parecia um bocado ridículo; mas céus, como era alegre. Um fanfarrão.
 
Fácil, Jane havia dito. Fácil mesmo foi se contagiar com o espírito de festa da casa de Fevereiro, que puxou Aline até a geladeira, onde pegou uma cerveja gelada, em seguida carregando a visita até a churrasqueira, onde providenciou um bom corte de picanha. Mal conseguiram conversar, porque a música era alta e precisavam se comunicar aos berros; Aline perguntava uma coisa e Fevereiro respondia outra, ou porque estivesse muito bêbado ou porque não conseguia ouvir ou porque não se importava.
 
Ah, a embriaguez logo contagiou Aline, de tal modo que as coisas ficaram borradas – A Realização distante, mal se lembrava dela, queria mesmo era curtir – fez até o quadradinho de oito e dançou o lepo lepo.
 
Acordou com um gosto de desorientação e linguiça calabresa na boca, o corpo jogado no chão, às portas de outra casa e nem mais sinal da barulheira da casa de Fevereiro. O corpo dolorido como se depois de uma surra – e estranhou que suas roupas, meio sujas, meio amassadas, agora trouxessem algumas pétalas de flor despedaçadas.
 
Alguém estava à porta e parecia bastante interessada no aspecto de atropelo de Aline; nenhuma menção fez de ajudar a se levantar, apenas observava. “Você deve ser março”, disse, tentando se erguer da forma que fosse menos dolorosa. Mas a moça – que se vestia com um robe de seda, um crachá e uma cartola, visual mais bizarro – respondeu aos risos:
 
“Não, eu sou abril."
 
Aline olhou para trás e se deu conta que não se lembrava de ter passado por Março; a única memória que permaneceu foi a dor, a moleza, o cansaço, como se tivesse levado umas pancadas ou passado por um moedor de carne. Ressaca?
 
“Normal não se lembrar. Março não costuma mesmo ser muito gentil, muito menos com quem vem da farra. Mas vejo que você ficou com uma rosa do dia da mulher, han?"
 
Lembrava vagamente de algo a respeito, e sacudiu as pétalas grudadas em sua roupa. Sim, as propagandas de dia da mulher, os chavões machistas, o “parabéns mulher, por enfeitar o mundo”, flutuavam pela sua memória e um gosto amargo veio junto. Teve vontade de beber alguma coisa só pra esquecer.
 
Abril entrou e Aline a seguiu, embora não tivesse feito convite algum. Sua casa era a pura definição do caos, coisas penduradas, recortes de jornal espalhados pelo chão, televisões nos cantos mais inesperados da casa, cada um em um canal diferente. Aquilo não levantava as melhores impressões a respeito da dona da casa, e Aline suspeitou mesmo que houvesse algo de estranho em Abril.
 
Numa das notícias espalhadas pelo piso, Aline leu coisas como “No Paquistão, um bebê de nove meses é acusado de homicídio por atacar policiais com pedras” e “Professor utiliza música de Valesca Popozuda em prova de filosofia” – coisas que não faziam o menor sentido.
 
“Gostou? Fui eu que escrevi”, Abril disse, e Aline teve certeza de que era louca (além de tudo, jornalista?). Ela não dizia coisa com coisa e era improvável que tivesse qualquer pista sobre A Realização, mas deu uma gargalhada alta quando Aline mencionou Janeiro e a garantia de que encontraria o que procurava por ali.
 
“Ela disse que seria fácil? Janeiro não sabe de nada. Nunca sabe de nada, se sempre parada na primeira casa da esquina com a melhor vista da vizinhança. Da minha janela você vê melhor o que tem pela frente: não é um passeio no parque, é uma espiral de loucura!"
 
Abril gritava e gargalhava, jogava papéis sobre Aline, beliscava seus braços, tentava lhe encurralar contra a parede, e Aline só conseguiu escapar porque escorregou pela fresta da caixinha de correios – se as coisas não iam fazer sentido mesmo, que isso pelo menos servisse para lhe salvar.

 
Será que todas as casas dali em diante seriam tão loucas e hostis como Abril? Maio não foi muito diferente, se falava em CAPS LOCK, com erros de concordância, babando e gritando coisas sem sentido em resposta a qualquer coisa que Aline perguntasse. Era um comentarista de portal, de fato, e uma casa dominada por tão insano guardião não seria o esconderijo da tão buscada Realização.
 
Ao se aproximar da próxima casa, o clima parecia mais festivo: bandeirinhas verdes e amarelas por toda a parte, faixas penduradas com dizeres do tipo “agora é hexa” e um escudo da seleção brasileira de futebol pintada sem muita habilidade na calçada. Junho chegou arregaçando os ouvidos de Aline com uma maldita corneta, enquanto entoava o hino nacional a capella. 
 
Como a morada de Fevereiro, a casa de Junho também estava cheia de convidados, todos gringos e muito contentes, de forma que mal tinha espaço para Aline se acomodar.
 
Logo percebeu que aquela não era uma confraternização singela e saudável, mas uma manifestação diferente de loucura: todos olhavam para o telão e torciam eufóricos, mas não era a um jogo de futebol que assistiam; era uma tela que mostrava postagens nas redes sociais e, a cada novo meme emplacado, a torcida gritava e sorria, xingava e tocava cornetas, comemorava ou sofria.
 
Junho tinha olhos delirantes, usava um boné do Fuleco e não parava de gritar “vai, Brasil”, chamar os jogadores de “guerreiros” ou insistir que o hexa já era “nosso”. Aline chegou a embarcar nesse ritmo e por alguns momentos passou a acreditar que o tal do Hexa era afinal a Realização que buscava – Junho foi bastante convincente no discurso de que não haveria coisa maior que uma pessoa brasileira pudesse desejar!
 
E então veio o apagão.
 
Cerca de seis minutos depois, a energia voltou e a sala estava vazia, os enfeites todos caídos no chão, as bandeirolas verde e amarelas despedaçadas como sonhos partidos – e uma figura no centro da sala, agachada, chorando.
 
Aline foi ao encontro de Junho para consolá-lo, quando percebeu que não era mais ele, e sim seu irmão gêmeo Julho. Tudo que Junho tinha de animação, Julho tinha de desânimo. Tinha no rosto a cara de todas as expectativas depois de confrontadas com a realidade; estava acabado.
 
Tentava dizer para si mesmo que “é vida que segue”, embora ainda estivesse meio abalado – mas tinha tanto caminho pela frente, certo? Não tinha como piorar, Aline pensou ao seguir adiante, depois de concluir que Julho também não guardava sua Realização, se mal tinha dignidade ou vontade de se levantar.
 
A choradeira de Julho, no entanto, foi apenas o prenúncio do clima de luto e desolação que Aline encontraria na casa de Agosto. Aliás, pouco se parecia com casa se mais se assemelhava a um cemitério – Agosto trajava um terno todo preto, tinha um rosto sóbrio e pálido e, na mão, uma pá.
 
Diante de Agosto, uma cova aberta. Era o velório de Robin Williams, e restaria alguma alegria no mundo depois disso? Aline viu nas outras lápides tantos outros nomes conhecidos e estremeceu. “Quem não passar pelas dozes casas vem parar aqui”, Agosto disse sem sequer lhe dirigir o olhar, se tão concentrado em descer mais um caixão.
 
Foi quando Aline viu a quantidade de covas abertas, esperando por novos moradores; e Agosto, balançando a cabeça com algum sentimento de lástima, explicou: “Ebola vem aí”.
 
Apenas morte e luto; Aline concluiu que Agosto não guardava sua Realização, se mais ocupado com os mortos. De qualquer forma, aquele clima sombrio estava lhe deixando doente e saiu dali o mais rápido que conseguiu, ainda que os cortejos fúnebres tenham entrado em seu caminho, fazendo parecer uma eternidade sua passagem por aquele lugar.
 

 
Esperava que Setembro fosse mais hospitaleiro, aliviasse a barra pesada que vinha sendo sua jornada até então – e de fato foi: a primeira coisa que fez quando recebeu aquela visita em sua morada foi lhe oferecer um gole d’água. “Você deve estar morrendo de sede” e Aline, que ainda não tinha superado Agosto, achou aquela expressão um tanto infeliz.
 
Mas claro, aceitava. Se Setembro não pudesse dar A Realização, ao menos que lhe desse um pouco de água. Era um homenzinho baixo, roupas folgadas que pareciam pesar sobre um corpo muito magro – a pele cinza, seca, talvez por causa da poeira e do abandono daquela casa – e em seu olhar o mesmo brilho doentio e louco que ele reconheceu em Abril e nos moradores a partir dela. A aparência era desagradável, mas Aline tinha que reconhecer que Setembro era muito educado.
 
Ele pegou um copo de vidro bem grande e foi até os fundos da casa, onde havia uma poça d’água lamacenta em algo que outrora talvez tenha sido uma piscina ou um poço. Meteu o copo lá dentro e tirou da poça uma porção generosa de água barrenta, com alguns resíduos boiando, e ofereceu a Aline como se fosse o mais efervescente e gelado dos refrigerantes.
 
Setembro sorria enquanto estendia o copo com água suja e Aline não podia crer que ele esperava que fosse beber aquilo; não era água! “Volume morto é muito mais refrescante, prove!”, Setembro disse em resposta.
 
A repulsa, a revolta e o cansaço de lidar com esses tipinhos loucos fez Aline empurrar Setembro e derramar a água. O anfitrião não ficou nem um pouco satisfeito e começou a gritar “desperdício! Desperdício!”, mas Aline não quis ficar mais muito tempo ali para ouvir.
 
Talvez devesse ter aceitado o copo de água, pois enfrentar Outubro drenaria todas as suas energias. Definitivamente, ele era o mais louco e perigoso morador das redondezas, talvez por ser de um tipo diferente: um que não estava disposto a conversar.
 
Era um tipo de zumbi ou frankenstein, as partes do seu corpo foram costuradas grosseiramente e pertenciam a corpos diferentes: um verdadeiro megazord de reaças. Não só fisicamente, mas sua própria personalidade parecia um recorte. Babava e gritava como Maio, tinha o olhar da loucura de Abril e vestia-se com roupas verde e amarelas que devia ter pego de Junho.
 
Outubro estava armado para uma revolução, e empunhava, com ódio, um cassetete cheio de pregos com o qual ele endireitaria o Brasil. O problema é que quis testar seu porrete primeiro em Aline, muito provavelmente por ter discordado de Outubro, que grunhiu que A Realização só podia ser “tirar esses petralhas do poder”.
 
Foi uma luta dura, sangrenta, violentíssima. Aline quase sucumbiu, mas aos heróis de todo grande épico é dada a oportunidade de uma Recuperação Inesperada; elevando seu cosmos, Aline conseguiu se erguer e aniquilou Outubro com um cruzado de esquerda.

 
Foi por um triz.
 
O monstro reaça não foi destruído, no entanto; continuou estribuchando no chão, enquanto Aline se apressou para a casa seguinte, embora tivesse o corpo tão moído e o emocional tão desgastado que quase preferiu se deitar ali mesmo e esperar o coveiro lhe buscar.
 
Cada passo que lutou para dar em direção à casa de Novembro valeu a pena. Porque assim que entrou, seu corpo flutuou em um ambiente de gravidade zero e Aline viu, diante de si, as cores e luzes do espaço. Foi uma sensação revigorante.
 
“Não é uma vista impressionante?” era a voz de Novembro alcançando seus ouvidos de uma forma que não convém explicar, se nas doze casas o que mais estava em falta era lógica ou sentido – e o que era o som se propagando no vácuo diante de tantas outras coisas bizarras que Aline já tinha enfrentado até ali, não é mesmo?
 
A voz não vinha de alguém, mas do monitor de um robô que flutuava ao redor de Aline. A tela mostrava o rosto de Novembro, uma mulher mais velha e de pele escura, com uma pintura vermelha na testa como aquela que as indianas costumavam usar.
 
Falou sobre coisas tão fantásticas e descobertas tão incríveis que tinha feito sobre o espaço que, de repente, A Realização pareceu pequena e desimportante; a própria vida e aventura de Aline eram um detalhe minúsculo diante das dimensões inalcançáveis do Universo. O que era conseguir ou não vencer aquela jornada no grande esquema das coisas?
 
Era a gravidade zero ou a leveza de se perceber sem a obrigação de vencer no final da história, como era exigido de todos os heróis e heroínas: sentiu um peso enorme sair de suas costas. Aline agradeceu Novembro se aquela sensação valia quase o equivalente a encontrar A Realização; mas precisava seguir em frente, se restava apenas mais uma casa para vasculhar em sua busca.


 
Dezembro era um tiozinho bastante agradável e seu rosto lembrava muito Janeiro; talvez fossem da mesma família. O senhor usava roupas de fim de semana, bermuda e chinelão, um gorrinho do Papai Noel just for fun e convidou Aline para se juntar a ele à mesa e comer uma das delícias que ele tinha preparado.
 
As paredes de sua casa estavam todas cobertas por gigantes monitores que mostravam, como num pay per view do Big Brother, cenas dos outros moradores, cada um em uma tela. Era a melhor programação, Seu Dezembro disse, apontando para a tela de Abril – e observar as loucuras dela daquela distância segura parecia até mais divertido.
 
Sim, era interessante assistir aquela programação, conversar com Dezembro sobre as maluquices dos outros moradores e brincar de fazer listas: o melhor, o pior, os destaques. Dezembro adorava apertar o botão de replay.
 
Mas não foi pra isso que Aline chegou tão longe. Não era essa a sua Realização. Olhar para as onze casas passadas parecia ser a única coisa que Dezembro tinha a oferecer e, embora fosse até simpático e não tão maluco quanto os outros, Aline teve que se despedir. Dezembro nem respondeu, estava concentrado demais nos seus monitores. Era a única coisa que importava.
 
Saiu da casa de Dezembro um tanto sem saber o que fazer e para onde ir. Foi tirar os olhos dos monitores do passado e olhar para a frente que Aline se deu conta que passou pelas doze casas e nenhum de seus guardiões estava com A Realização tão desejada.
 
O que havia feito de errado?
 
“Achou mesmo que um daqueles doze idiotas estivesse com algo que é tão importante pra mim?” Aline levou um susto e procurou pela fonte da voz que surgiu do nada e que, a propósito, era muito parecida com a sua própria.
 
Na sombra de uma árvore, o corpo recostado ao tronco, uma figura exatamente igual a Aline observava Aline se aproximar, sentindo-se como encarar um espelho. Claro que aquela figura vestia roupas diferentes e tinha um semblante mais experiente – mas era Aline, sem dúvidas.
 
Cópia e original se entreolharam (ou eram, afinal, ambos corpos originais?), um rosto bastante confuso e a outra cara com um sorriso satisfeito. “Pelo menos sobreviveu às doze casas – e quem diria, depois de passar por Agosto?"
 
“Do que você está falando? Aliás, quem é você?"
 
“Pelamordedeus, essa história já está grande demais para ficar prolongando com perguntas óbvias. Já não deu pra ver que eu sou você?"
 
“Eu não sabia que eu ia te encontrar, quer dizer, me encontrar."
 
“Você não estava à procura da pessoa que guarda a sua Realização? Pois é. Está olhando pra ela. Nem Janeiro, nem Abril, nem Agosto, nem Novembro, nem Dezembro, nem nenhum daqueles doze podiam estar com A Realização se isso só cabe a você, aliás, a mim."
 
“O tempo todo e A Realização estava comigo”, Aline tinha no rosto a expressão que melhor misturava espanto, satisfação e vontade de se dar um tapa na cara.
 
“Comigo. Mas nem pense que não adiantou nada sua jornada. Você me tornou possível. Alguém com mais experiência, mais força e sagacidade. Com mais paciência para lidar com os momentos e pessoas que não fazem sentido. Alguém com mais compaixão, menos apego e mais conhecimento. Sou eu, Aline, a sua Realização. É em busca de um eu melhor que vale a pena passar pela loucura de doze casas de novo e de novo."
 
Sim, mais uma vez.
 
Aline assumiu a jornada; teria mais doze casas pela frente. Que tipo de desafio encontraria, como seriam os próximos doze malucos e se sobreviveria a eles, Aline não tinha como saber. Mas continuar era a única opção possível se a vida não era um video-game com uma fase final – os ciclos continuavam indefinidamente até o dia do Game Over – e era afinal isso que movia aqueles que protagonizavam grandes aventuras.
 
E Aline prosseguiu, assoviando, pelas escadarias íngremes que conduziriam até as próximas doze casas. Porque a primeira casa nunca é o início – e a décima segunda casa nunca é o final da história.
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Tudo o que dá para saber a respeito de 2015 é que terá 12 meses. Anos são apenas isso: uma jornada com doze casas. Não tem o poder de mudar as nossas vidas. De trazer coisas boas ou ruins. Anos são apenas anos.

Não vou desejar que seu 2015 tenha isso ou aquilo; seja assim ou assado. Pelo contrário: só posso desejar que 2015 tenha 01 excelente Aline. Porque é essa pessoa que tem o poder de trazer coisas boas ou ruins. De mudar as coisas. De tornar o ano melhor.

Por aqui, também vou me esforçar para dar o meu melhor – e garantir para que um pouquinho disso vá todas as semanas por e-mail para você.

Mais um ano de Bobagens, aí vamos nós ;)

Beijos da virada,

Aline.

Copyright © 2014 Aline Valek :: Escritora, Todos os direitos reservados.


 
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