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Tem e-book novo na área!


A gente precisa cavar fundo para expor aquilo que está enterrado incomodando a gente. E foi isso que fiz: cavei fundo, depois tirei com cuidado a terra que cobria aquelas ossadas que encontrei no meu quintal. 
 
No começo, eu sentia que precisava fazer aquilo. Quem sabe o que poderia surgir dali? Depois, quando aquilo começou a aparecer, fiquei com medo. Se eu mostrasse para os outros, bem capaz que fossem me julgar por isso, me condenar por estar expondo algo que não fosse correto, de acordo com a cartilha, conforme aquilo que esperam de mim.
 
Quase desisti. Várias vezes. Mas agora que eu tinha começado a desenterrar e SABIA o que havia ali embaixo, fiquei inquieta demais para simplesmente deixar pra lá. Então peguei a pá novamente e voltei a cavar.
 
Eu poderia estar falando de paleontologia, de escavação ou mesmo de jardinagem, mas falo do meu processo de escrita. Porque quando comecei a escrever aqueles contos, foi isso o que senti: que eu tinha desenterrado algo que eu precisava revelar para os outros, por mais desconcertante e incômodo que fosse.
 
Tá, e também porque tem tudo a ver falar de escrita como escavação em uma história que é sobre dinossauros!
 
(como perder a oportunidade desse trocadilho, não é mesmo?)
 
Então cá estou eu, toda suja de terra, esfolada, cansada depois do exaustivo trabalho de desenterrar todas aquelas palavras e ainda montá-las em uma estrutura firme, mas muito feliz em anunciar o lançamento do meu novo e-book, resultado dessa escavação profunda que fiz no quintal da minha cabeça: 
 
óia que belezura
 
Pequenas Tiranias é uma trilogia de contos (porque tudo fica muito mais legal quando vira TRILOGIA) com histórias tão absurdas quanto o cotidiano em que a gente vive.
 
Tem dinossauro (pela capa já dá pra saber), mas também tem vizinhos intrometidos, tem workaholic, tem dor nas costas, tem ódio à segunda-feira, tem fenômenos inexplicáveis, tem até referência a Curtindo a Vida Adoidado e, sobretudo, tem personagens com escolhas nem um pouco heróicas.
 
São histórias curtas, porque a ideia é ser uma leitura leve, que pode ser feita em uma tarde, mas não são histórias para agradar. É aquilo que já falei algumas vezes: se eu quisesse te agradar, eu ia fazer um bolo (e olha, tenho feito uns bolos MARAVILHOSOS), não escrever um livro.
 
Então eu pego as questões que me incomodam e transformo em histórias doidas. Não para dar respostas ou para passar uma mensagem, mas porque expor esses dinossauros enterrados dentro da gente é a única forma de impedir que eles nos devorem.
 
 
Oba! Quero leeeer! Como faz?
 
Pequenas Tiranias está disponível em e-book, para você ler no computador, no celular, em tablets ou no seu e-reader do coração. Tem pra Kobo e tem pra Kindle, mas também tem em PDF pra ninguém ficar na mão! ♥︎
 
Aproveita, tá mais barato que uma promoção do McDonald’s: o precinho é camarada! Com menos de dez reais, você leva um combo com 3 histórias – só não acompanha salada.
 
Se o seu lance é PDF, a compra é pelo Pagseguro, combinado? Depois de confirmado o pagamento, o e-book é enviado.
 
(empolguei nas rimas)
 
 
Espero que curta a leitura e é CLARO que depois vou adorar saber o que você achou! Depois me escreve contando?
 
Se você curtir a história, vou ser só amor e agradecimento se você sair por aí espalhando a palavra, fazendo resenha no seu blog, compartilhando o link acima nas suas redes sociais, deixando avaliação no Skoob, indicando para as amigas, para o chefe, para os vizinhos!
 
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A Olivia Maia, escritora policial foda, andarilha e exploradora, escaladora de montanhas e autora de uma das minhas newsletteres favoritas, me deu a honra de assinar o prefácio de Pequenas Tiranias!
 
(dancinha feliz)
 
Ela apresentou tão bem e lindamente os contos que eu nem preciso dizer nada. Pra você ter um gostinho do que te aguarda, dá uma olhada em um trechinho do prefácio:
 

 
"Os contos presentes neste livro nascem do cotidiano que conhecemos: o hábito, o trabalho, a espera pela sexta-feira. É preciso simpatia para com os vizinhos, eficiência para destacar-se no mundo do trabalho, paciência enquanto a vida não é aquilo que queríamos que fosse. O senso comum grita suas pequenas tiranias, e é nas entrelinhas desse dia-a-dia que a autora nos sugere um novo olhar sobre ele. (…)
 
Essa linguagem, assim, faz gritar o que o hábito esconde: os absurdos da vida em sociedade, de nossos costumes e regras, de tudo o que fazemos e dizemos sem nos perguntar por quê.
 
Porque entregar-se a um hábito sem perguntar suas razões é entregar-se também à sina da repetição despropositada. Mais que isso: seguir um caminho sem perguntar por que segui-lo é correr o risco de aceitar um caminho autoritário, agressivo. Se esse é o rumo das personagens deste livro, é o tom neutro da narrativa ao lidar com o suposto exagero — o fantástico? — que faz desconfiar que a autora não está aqui para sugerir precaução com ossadas de dinossauros ou dores incomuns nas costas."
 
 
Já te falei que o link para comprar o livro é aqui? Só pra saber :)
 
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Aquele momento em que você pausa o desenho animado da sua infância e vê algo ESQUISITO.

 
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Aí que um grupo de pais paulistas ficou revoltado com uma escola por oferecer aos alunos uma adaptação de Oliver Twist em quadrinhos onde os personagens falam em “puta” e “prostituta”. A cara da mãe na foto resume tudo de forma maravilhosa.
 
É a geração de pais como-eu-vou-explicar-isso-para-meus-filhos atacando novamente. Porque a questão não é crianças terem acesso a esse tipo de “linguajar”, mas pais neuróticos transmitindo para seus filhos nada além de sua própria incapacidade de lidar com o mundo.
 
(porque né, o horror conversar com meu filho, não é pra isso que pago uma fortuna na mensalidade da escola!!1!)
 
Aí lembro que cresci ouvindo Mamonas Assassinas e músicas sobre suruba, cabelo do saco, transar com animais, etc. Cresci vendo banheira do Gugu em plena tarde de domingo na TV aberta. Ou aquele programa de jogos que passava na SBT tarde da noite, com garotas que faziam strip tease com frutinhas coladas nos mamilos. Ou vendo o Van Damme ter uma ereção ao vivo enquanto dançava com a Gretchen. Ou ainda o dia em que o programa do Faustão mostrou mulheres nuas cobertas apenas de sushi e chamou galãs da Globo para comerem do corpo delas (ocasião em que comecei a pensar que “comida japonesa” era exatamente aquilo). Ou ainda ouvindo É o Tchan. É O TCHAN, sabe. Ralar a tcheca, meter em cima e meter embaixo, depois de nove meses você vê o resultado, fazer a cobra subir, etc.
 
Se estou aqui inteirona, sobrevivi, consegui até crescer como uma pessoa que vê as coisas de maneira crítica, então acho (só ACHO) que não dá ruim uma criança ler “prostituta” numa HQ não.
 
Mas quem sou eu pra dizer. Depois de tanto absurdo, é muito difícil eu me impressionar com qualquer coisa. É como se o contato com as bizarrices dos anos 90 tivesse me imunizado para as maluquices do mundo.
 
Nós somos as crias dos anos 90, não é fácil nos chocar.
 
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O que eu acho absolutamente chocante é a prioridade das pessoas.
 
Ensinam às crianças que não pode falar palavrão. Não pode ver bobagem. Não pode jogar games de luta.
 
Mas mostram, no dia a dia, que pode fazer piada racista. Pode ameaçar e inferiorizar mulher quando ela dá opinião. Pode ser a favor da pena de morte e não se chocar quando a vítima de violência é negra e pobre.
 
Então não é uma HQ com palavrão que vai estragar uma criança. Elas já estão cercadas de adultos que dão péssimos exemplos todos os dias. 
 
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Era uma propaganda de algum cosmético novo. Um troço em spray. Hidratante para a pele, dizia. Cenário paradisíaco, mulheres na beira da piscina, praia. Imagens refrescantes, tudo muito bonito, tudo muito propaganda.
 
E aquele papo publicitário, né? Dizia: “é feito de uma água de coco especial, vinda de uma seleção exclusiva de coqueiros, para hidratar a pele e combater o envelhecimento precoce.”
 
Fiquei meio UÉ. Como pode ser mais refrescante e melhor para a saúde usar essa água de coco especial e super selecionada (dizem) misturada com um monte de produtos químicos para borrifar na pele... em vez de simplesmente BEBER a água de coco?
 
A melhor água de coco esperando para ser bebida bem geladinha, mas não. Alguém inventa de colocar ela num aerossol. O ser humano, ele não cansa de surpreender.
 
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Efeito colateral de ficar meio desligada da internet: não sei o que está passando na TV, não sei por que as pessoas estão falando de parir com golfinhos no meio do mar, não sei que cantora pop posso ouvir, não sei quem está brigado com quem na timeline, não sei se posso ou não gostar do novo logo do Google, não sei se comento algo que estou lendo sem parecer que tô dando indireta pra alguém, não sei mais o que é considerado legal, não sei de que cor deveria ser meu avatar, não sei por que levei unfollow se nem falei nada, não sei quais são as regras para poder comentar Narcos ou qualquer seriado da Netflix que liberam todos os episódios de uma vez, não sei por que um texto antigo meu teve pico de acesso, não sei qual a próxima coisa boba que as pessoas vão problematizar, não sei quem eu deveria estar seguindo para entender o momento, não sei quenhé essa pessoa na TL que não lembro de ter seguido, não sei de que piadas rir, não sei do que sentir raiva, não sei o que sentir, não sei.
 
Se bem que esse é EXATAMENTE o estado de confusão que experimento quando estou conectada. Então tá tudo bem.
 
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Todos os dias a gente faz uma viagem a um território estrangeiro. Para alguns deles, a gente vai com frequência, a gente sabe o caminho, a gente fala a língua, mesmo com algum sotaque que denuncia que a gente é de fora. Para outros, a viagem é longa, passa por vários obstáculos, alfândega, tem que mostrar os documentos e explicar as intenções da visita.
 
Cada relação que a gente estabelece com outras pessoas é uma viagem. De sair de dentro de nós para entrar num território desconhecido, ou até muito conhecido, mas que nunca será “nosso”.
 
Confesso que não sou uma pessoa muito aberta a essas relações. Viajar para o “meu país” exige uma série de protocolos, há áreas proibidas para turistas, o tempo de estadia é limitado, o idioma falado aqui é complicado, sou quase uma Coréia do Norte.
 
E por ser alguém que vem de um mundo tão fechado, me atrapalho toda quando preciso visitar outro lugar. É difícil entender e até me adaptar aos costumes estrangeiros, não sei se o que estou falando pode ser mal compreendido, tenho dificuldades de seguir os protocolos, tenho medo de me alongar muito na minha estadia, de entrar em assuntos que talvez sejam restritos a quem vem de fora, de ser vista como uma visitante babacona, de ter o meu visto revogado permanentemente.
 
Quando visitamos esse “país” estrangeiro que é o outro, o que primeiro salta aos olhos são as diferenças. Porque aquela pessoa teve uma história completamente diferente, tem referências diferentes, uma cultura e personalidade diferentes, preferências diferentes. Esse “idioma” é alienígena, estranho, complicado, mas só podemos aprendê-lo conversando.
 
Quanto mais a conversa se aprofunda, mais as diferenças se dissolvem para enxergarmos o que temos EM COMUM. Começamos a ver que não somos tão estrangeiros assim, e o “outro” deixa de ser um território hostil e desconhecido para ser um lugar onde vamos nos sentir confortáveis, acolhidos.
 
Falar de pessoas como países e de relações como viagens foi só um exemplo, uma tentativa de eu mesma me comunicar com você… sobre comunicação. Tentei buscar uma referência que fosse comum entre nós para falar de algo que eu estive pensando e que pode ser complicado de transmitir.
 
É como você conversar com uma pessoa russa. Você quer, sei lá, pedir uma colher. Você não sabe como é colher em russo. Para ela entender, você vai tentar buscar alguma referência que vocês tenham em comum, talvez falar a palavra em inglês, ou um gesto, uma mímica de levar uma colher imaginária à boca, que ela com certeza vai identificar.
 
Agora imagine que esse processo também se aplica mesmo com pessoas que falam nosso idioma. Claro que não é sobre saber como se fala a palavra, de ter que gesticular, etc. Não entenda literalmente! Mas no sentido de tentar buscar formas de acessar o outro, por meio de algo que as duas tenham em comum.
 
Mas o diálogo fica impossível (independente do idioma) se não há a vontade dessa troca, não há o esforço ou o interesse de dialogar. Porque a conversa exige um mínimo de boa vontade, de se fazer entender e de tentar acessar o que o outro quer falar.
 
Encontrei um texto no Medium agora há pouco e o título já tem tudo a ver sobre o que estou falando aqui: A era da (falta de) comunicação. Sabe o caso dos pais chocados que falei ali em cima? A autora desse texto retoma o assunto, falando de como os pais evitam falar de temas polêmicos porque “ah, é complicado”. Mas justamente por ser complicado é que deveria ser conversado. Mas não. As pessoas EVITAM conversar, fogem de DR, morrem de medo de fazer terapia, não sabem argumentar sem partir pra agressão.
 
“Mas a gente pode concordar que vivemos numa era onde não sabemos conversar? Não sabemos expor nossas ideias aos outros, seja sobre algo simples ou algo mais complicado. Vivemos na época do ‘não se discute x, não se discute y’. (…) A discussão saudável está ficando fora de moda.
 
Termino esse texto com (mais) uma reflexão: se estamos nos comunicando cada vez menos, nossa capacidade de ouvir e simpatizar com o outro também está diminuindo. Não estamos conseguindo interpretar o outro, entendê-lo. Não sabemos falar nem ouvir. E aí, meu amigo, fica foda.” 
 
É realmente foda que na era da internet, dos celulares e da globalização a gente continue se comunicando tão mal. E eu queria poder dizer aqui qual é afinal a grande dificuldade que a gente tem pra conversar mesmo com tantas possibilidades, mas eu realmente não sei.
 
A gente fala muito de ter empatia. Pede empatia. Defende que só a empatia é o caminho, a verdade e a luz. Mas esquece do que vem antes dela. Porque a empatia não é um troço que sai de você magicamente feito poderzinho de X-Men; ela precisa da comunicação pra acontecer. Não é possível se colocar no lugar do outro se não há conversa nem escuta, se você não se desloca, feito uma viagem de avião, de trem ou de carro, de dentro de você para aquele território novo e estrangeiro. 
 
Entendi isso da pior maneira nos últimos dias quando percebi que fico tão louca dentro do meu próprio mundinho, antecipando a reação das pessoas e o que será que aquela pessoa está sentindo a meu respeito, e criando mil suposições hipotéticas e completamente imaginárias dentro da minha cabeça, que acabo não dando espaço para ouvi-la de verdade.
 
Sabe quando dizem para uma pessoa tímida “fala pra fora”? É isso. Porque não tem como eu me relacionar com uma pessoa só dentro da minha cabeça. Essa relação só acontece do lado de fora, quando eu converso, ouço e tento entender as questões de uma pessoa real, ali na minha frente, e não uma ABSTRAÇÃO de pessoa, um arquétipo, um rótulo, um conceito de pessoa que não se pode tocar.
 
E acho que é justamente ISSO o que mais tem acontecido por aí. Tá tudo mundo falando SOZINHO, vendo outras pessoas como abstrações, conceitos, coisas que se pode categorizar dentro de caixinhas, porque assim fica muito mais fácil eleger adversários. Como se a gente só conseguisse se definir em oposição ao outro, ao que o outro NÃO é.
 
Acho que rola um medo de descobrir quais são as nossas semelhanças. Medo especialmente de ver alguém que não gosto refletir algo detestável que existe EM MIM. E quem quer ver isso, né? Acabamos insistindo nas diferenças até que elas se tornem barreiras intransponíveis, até que cada um de nós se torne uma ilha, um território incomunicável, boiando no meio do nada. Como se isoladas a gente estivesse protegida desse negócio duro e perigoso que é entrar em contato com outro ser humano.
 
Mas fazendo isso estamos nos protegendo? Ou perdendo uma parte de nós, a parte de nós que reside no outro, em meio a esse processo?
 
Eu sei lá. Mas tenho medo, muito medo de desaprender o caminho que me levaria até o “país” vizinho.
 
No livro “Silenciosa Algazarra”, Ana Maria Machado escreve:
 
“A leitura e o diálogo tornam-se fundamentais dentro dessa perspectiva, portanto, pois permitem que nos penetremos da humanidade comum a todos e fiquemos embebidos desse caldo de semelhança. São essenciais para que se possam evitar os fanatismos que cultuam o impenetrável de cada um e para não permitir o surgimento ou o crescimento de distorções capazes de sugerir que fiquemos nos olhando como se fôssemos enigmas uns para os outros. A diferença é ótima, respeitável e atraente – como no amor, diz Savater – mas o encontro só é possível no terreno humano da semelhança.(…)
 
Uma ideia linda que Fernando Savater tem a esse respeito é que a cidadania é uma obra de arte social, construída pela educação. Que educar é romper a fatalidade social. É capacitar a sociedade para poder enfrentar o maior perigo que ronda toda democracia contemporânea, como lembrava Galbraith: a ameaça permanente da ignorância. É desenvolver a tolerância. E tolerância consiste em conviver com o que me desagrada, entender que meu mundo de símbolos é diferente do seu, mas nossa humanidade é comum, por isso dialogamos. E com isso ganhamos todos.” 
 
Por enquanto, continuo errando. Não sou um país exatamente diplomático, mas vou trabalhar nisso. Tô viajando?
 
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Vamo perder tempo na internet? Uma compilação de todos os gifs na wikipédia, para você ver aleatoriamente apertando a tecla espaço.

 
Ou venha escrever coisas usando fontes legais e aleatórias no Type To Design – o Mário, que participou do projeto #36daysoftype, foi quem me mostrou.

 
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“Poder é a habilidade não só de contar a história de outra pessoa, mas de torná-la a história definitiva daquela pessoa” – Chimamanda Ngozi Adichie 

Conselhos da Dona Mexerica

 

“Não pode dizer que é livre e independente pessoas que não assumem responsabilidades. Se você é livre, precisa responder pelo que você faz e fala. Então esquece o que o tio do Homem Aranha disse. A verdade é que com uma grande LIBERDADE vêm grandes responsabilidades."

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O que aprendemos hoje, turma?
 
Que desenterrar dinossauros é preciso, que tem muito adulto pior que palavrão, que não sei como sobrevivemos como pessoas normais depois de passarmos pelos anos 90, que a internet serve pra confundir, não pra explicar, que somos ótimos para criar coisas inúteis mas péssimos para conversar e que gifs no futuro serão um novo idioma (ainda vou fazer uma newsletter só com gifs).
 
Ah, e não podemos esquecer que você pode comprar meu e-book neste link mágico e que, se você curtiu esta edição ou se ama receber Bobagens Imperdíveis toda semana, compartilhe nas suas redes, indique, comente sobre a newsletter nas suas conversas!
 
Lembrando que a conversa sempre continua no grupo secreto do FB – e se você ainda não participa, responda esse e-mail me mandando o link do seu perfil, para eu te adicionar como amiga e te colocar no grupo. ;)
 
Beijos no seu dinossauro,
 
Aline. 
 
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