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vou ser polêmica sim, solta meu braçoooo

Aprender a ganhar



<<Primeiro Nome>>, essa semana fiquei muito muito chateada com mais um episódio envolvendo o feminismo.

(o que não é exatamente uma novidade, surpresa mesmo seria se viessem falar comigo sobre isso e não ser pra exigir coisas, me jogar tretas na cara ou apontar dedos, mas pra me oferecer alguma coisa boa. Aí sim eu diria NOSSA THIS IS REAL LIFE?, mas não é o caso)

Quer dizer, mais ou menos. Logo na segunda-feira, tive a surpresa de ler a coluna do Gregório Duvivier na Folha e ver que ele havia me citado como referência para quem quisesse saber mais sobre feminismo, junto a nomes de peso como minhas colegas de Escritório Feminista e até da Judith Butler e Chimamanda ♥︎. Massa, né? Pelo menos foi o que pensei; um cara com o alcance do Gregório me apresentando significa meu trabalho ganhar visibilidade, mais gente conhecendo meus textos, e até ganhei um bocado de seguidores e assinantes novos esta semana graças a isso (aliás, as boas vindas para quem chegou agora, fica à vontade, não repara a bagunça, etc). 

Mas isso não agradou muita gente. Uma celebridade (no caso, homem) dizer que apoiava uma pauta feminista – mesmo reconhecendo que não era protagonista – só podia ser um problema. E eu não exatamente concordo com isso. 

Aí que meu nome já estava no meio da treta (tal qual nome de tributo no sorteio de quem vai para a arena dos Jogos Vorazes, não tive muita escolha) e eu achei que devia marcar meu posicionamento a respeito disso. Resolvi republicar na Carta Capital um textinho que eu já tinha mostrado para os gloriosos assinantes desta newsletter na edição #35, em que comento o discurso da Chimamanda “sejamos todos feministas” e por que acredito que é algo positivo ver cada vez mais gente se identificando com o feminismo.

Você pode ler o texto aqui, ó

Sempre que uma celebridade resolve sair do armário como feminista dá problema. Nunca tá bom, sabe. Veem como problemático se uma Beyoncé ou Emma Watson defendem ideias feministas para O MUNDO e já vi pegarem réguas para medir o quanto elas são feministas mesmo, porque sabe como é, só pode ser feminista se tiver um doutorado sobre o assunto.

(aliás, nem ter doutorado mais basta; esta semana também pegaram no pé da Djamila, que publicou um texto imperdível e super didático sobre as ondas do feminismo lá no Escritório. Tiveram a coragem de dizer que ela não deve ter lido Beauvoir inteira antes de “deturpar” as ideias da filósofa, tomando Djamila como uma completa ignorante; VÉI. Se a Djamila que estuda questões de gênero, mestranda em filosofia, não vai conhecer Beauvoir, eu não sei quem vai)

Eu já sabia que meu texto ia cair indigesto pra muita gente, mas até aí zuzo bem. Aliás, quando contei pra uma amiga que eu ia republicar o “Sejamos todos feministas”, ela disse admirar meu desprendimento, rs – eu já disse que se fosse pra agradar os outros eu ia fazer bolo, não escrever, né?

Quer dizer, eu até não ligaria, mas foi difícil ficar de bouas depois de ter lido no Twitter umas coisas bem cruéis em reação ao meu texto. Que defender que todos pudessem ser feministas era estar mais interessada em ganhar aprovação dos homens do que empoderar mulheres. Que era se contentar com migalhas. Que era lamber cu de homem. Uau.

Não é do meu interesse tretar com outras minas, porque já aprendi há tempos que isso não leva a nada. Tento não hostilizar nem mulheres que abertamente detonam as feministas, que nos ridicularizam, nos tratam como inimigas, porque o patriarcado já vai muito bem obrigada sem a minha ajuda para atacar outras mulheres (ainda mais por causa de homem). Não é do meu interesse especialmente porque prefiro agregar do que afastar.

Então não é sobre essas críticas que quero falar, mas sobre uma conclusão que tirei a partir delas.

Mas antes, acho importante um pequeno adendo sobre homens no feminismo e cai essa pauta na roda já me cansa a beleza-não-normativa, porque sempre acho que nunca mais vou precisar falar sobre isso, mas sempre tenho que repetir.

e o tema é

Acredito que homem pode ser feminista sim. Aliás, eu quero é que mais e mais homens ganhem consciência e fiquem do nosso lado. Só não esperem que eu venha brandir uma espada sobre seus ombros másculos para condecorar-lhe como oh, cavaleiro do feminismo, porque se o interesse é só pelo título, já começou errado. O cara pode se declarar feminista ou periquita da indonésia, tanto faz, o que me interessa é que ele tenha consciência – e isso inclui saber que o feminismo é sobre mulheres, para as mulheres.

Também não vou jogar confete em homem feminista porque, convenhamos, o mínimo que um ser humano decente pode fazer é ser contra a opressão e a violência que as mulheres sofrem. Me irrita num tanto aquela conversa de “ah, o machismo também fere os homens”; quer dizer que só te interessa defender uma causa se a água bate na sua bunda? Combater o machismo porque é um sistema que massacra as mulheres já deveria ser motivo o suficiente – e empatia de vez em quando é bom, dizem.

Então acho ótimo quando homens se identificam com o feminismo e é até natural que à medida em que as mulheres vão ficando empoderadas isso influencie os homens de seu convívio a ficarem mais conscientes. 

“Nossa, isso mesmo, sempre me achei feminista, mas sabe como é, essas feministas não deixam eu brincar e acho que as feministas deveriam…” Amigo: NÃO. Vai cagar. Shiu.

No mais, a Clara também falou sobre isso. Concordamos nisso, não concordamos em outras coisas, porque quando falo que acredito na generosidade do feminismo é também sobre saber que tem espaço pra todas, independente das discordâncias.

Não é porque eu ou a Clara estamos dizendo isso que é pra ser assim; ninguém vai ser menos feminista por não concordar. Não gosta? Segue em frente, tem outros feminismos. Ninguém tem que pensar igual, ninguém tem que nada. Mas eu também sou livre pra expressar minha opinião, defender as coisas que acredito, porque não sou obrigada a repetir discurso só porque me disseram que é assim que tem que ser.

(e isso aqui também não é The Voice, onde preciso que virem a cadeira pra mim se eu quiser continuar cantando; não preciso de aval nem de Gregório, nem de comentarista de portal, nem de militante para continuar escrevendo sobre as coisas em que acredito)

E é aqui onde entra a minha reflexão, porque já diria Criolo Doido, “a gente tem que dar um ou dois passinhos pra trás pra entender, ou só vai reproduzir o que andam dizendo por aí”.

Toda essa polêmica trouxe novamente à tona um sentimento que eu não consigo entender muito bem. Medo de que o feminismo se popularize? Medo de que o feminismo saia do circuito feminista e domine o mundo? Mas não é por isso que a gente vem lutando, levando pedrada, facada no baço™ e chute na canela?

Até pouco tempo atrás, se o movimento ganhava espaço na mídia era para ser demonizado. Não se falava de feminismo, e quando falava, era para falar mal (sem nem saber do que o movimento se tratava!). A desinformação era geral.

Hoje, já temos diva pop tocando discurso feminista em show televisionado. Temos revista de grande circulação dizendo que precisamos falar sobre aborto. Teve até candidata e candidato à presidência discutindo em rede nacional a urgência de descriminalizar o aborto. Tem campanha feminista contra o assédio nas ruas pautando a grande mídia. Tem desenho animado com heroínas empoderadas que não precisam ser salvas por homens. Tem até seriado protagonizado por feminista.

As pautas feministas são assunto. Isso não significa que uhu vencemos, cancela o feminismo, porque ainda temos muito o que fazer (especialmente em relação à consciência da interseccionalidade), mas isso já é um puta avanço. As pessoas já estão falando naturalmente sobre o que antes só circulava em espaços estritamente feministas.

Claro que essa popularização traz problemas, como apropriação de pautas, mas com grandes poderes vem grandes responsabilidades e isso afinal é algo bom. Porque na vida real o Big Mac não vem igual ao da foto, as coisas boas vêm com carocinhos de problema e a solução que a gente busca não vai vir magicamente, linda, limpinha, de uma vez só. É um processo.

O negócio é que a gente passou tanto tempo batendo cabeça para fazer as pessoas desapegarem de ideias erradas sobre o feminismo, que talvez a gente não estivesse preparada para quando fosse dar certo. De que iam nos ouvir e pensar “hm, isso é importante” e levar nossas discussões para um público ainda maior, homens e mulheres que talvez estejam ouvindo ou lendo pela primeira vez sobre as nossas questões.

E isso é uma vitória nossa – não migalhas que nos atiraram por sermos boas meninas.

A gente está tão acostumada a sermos tiradas de tempo, a dizerem que nossas conquistas não são nossas, que, quando acertamos em algo, meio que nos recusamos a acreditar que realmente conseguimos (ou estamos no caminho de conseguir). Levamos pedrada todo dia, mas acreditando que isso ainda vai nos conduzir a algum lugar – mas quando isso reflete em alguma mudança, por mínima que seja, preferimos enxergar como mais uma ameaça do que algo que conquistamos com muito TRABALHO. E dói quando sinto que esse trabalho está sendo apagado, sabe?

Se agora o direito das mulheres está em pauta é por nossa causa. Se os homens que a gente conhece estão deixando de ser babacas machistas, é por nossa causa. Porque batemos na tecla, porque insistimos, porque lutamos, porque escrevemos sobre isso. É mesmo tão difícil a gente acreditar que, se as pessoas estão mudando, isso é resultado do que a gente tem feito?

Eu não quero me acostumar com o papel de quem sempre perde, porque é assim mesmo que o patriarcado quer que a gente fique. Foi ele quem nos quebrou pra gente acreditar que nada que a gente faça pode dar certo. Mas isso aí que vocês estão vendo não foi ninguém que fez por nós. E eu posso ter a autoestima cagada demais para admitir, mas sei que eu faço parte disso, que também tem influência minha – e num é que enche a barrinha do empoderamento a sensação de que nosso trabalho faz a diferença? Por que tirar isso das colegas?

Somos protagonistas, migas. E sabe o que protagonistas fazem de melhor? Derrotar o vilão. Não quero ficar para sempre combatendo os mesmos inimigos tontos, eu quero passar de fase. Não quero ficar presa no papel de perdedora, de não reconhecer os avanços, de bater, bater, bater e voltar para o mesmo lugar. Não quero ser protagonista quixotesca e ficar lutando contra moinhos de ventos. Cansei de fazer trabalho de Sísifo.

Quero ser protagonista que também ganha, que conquista mentes e corações, que não precisa lutar sozinha. Quero ser protagonista com autoestima o suficiente para perceber “ei, fui eu que fiz isso!”. Ser protagonista é ter o poder de conduzir o rumo de uma história – e isso já começou a acontecer. Já tivemos tempo demais sabendo como é perder; nos falta agora aprender a ganhar.

É bom vencer

 

Sobrevivi a uma semana puxadíssima e é com muito orgulho que venho te contar que: EU VENCI O DESAFIO NANOWRIMO!!!



O NaNoWriMo foi um evento em que os participantes se comprometeram a escrever 50 mil palavras de um romance em um mês (acaba 30 de novembro); eu já estava trabalhando em um livro (que por ora chamo de aquele livro lá do oceano, rs) e resolvi participar para dar um gás na história. 

Pra mim, se eu conseguisse metade disso já estava valendo, porque eu não estava levando fé de que eu fosse capaz de conseguir as 50 mil (autoestima cagada, etc). Mas eu consegui. Eu. Fucking. Consegui.

Foi maravilhoso participar desse desafio porque, acima de tudo, aprendi que eu sou muito mais capaz do que eu achava que era. Que eu posso escrever muito mais. Que eu consigo me adequar a um ritmo de trabalho mais rígido, mais exaustivo, mais intenso.

Claro que a montanha russa de um dia achar que a história está linda, genial, se emocionar com os personagens e no outro dia achar que está uma bosta, vou desistir, quero morrer, vai continuar: tem mais história pra escrever. Puf.

Mas vou tirar uns dias para curtir essa vitória e comemorar e zás e zás e compartilhar essa enorme alegria com você:


Aproveitar esse momento para agradecer todo mundo que me deu a maior força nesse momento, que me mandou e-mails fofos (todos acumulados sem resposta na minha caixa de entrada, mas calma que vou resolver isso), que teve paciência, que financiou o meu trabalho, que me ajudou com ideias, que falou para eu parar de mimimi e voltar a escrever (foram vários esses momentos, rs). Essas pessoas me possibilitam.

Ainda tem muito trabalho a fazer nesse livro, e espero que em breve eu tenha esse romance sci-fi pronto para apresentar a você. Mas uma conquista de cada vez, né ;)

Interstellar



Já sem o peso de 50 mil palavras nas costas, agora vou ter um tempinho para tecer alguns comentários sobre o novo filme do Christopher Nolan, o Interstellar – tô muito atrasada para falar desse filme? Já comentaram tudo que era possível sobre ele? Ainda sobrou alguma coisa para que eu possa detonar também? Brincadeira, até que eu gostei.

Como aqui não trabalhamos com esse negócio de evitar spoilers, se você ainda não viu o filme, sugiro pular esse bloco da newsletter para não correr o risco de sofrer colisão com os spoilers pesadíssimos que soltarei depois da contagem de 3 Anas Ratauês.

Ana Ratauê pronta pra decolar

Ana Ratauê chocadíssima

Ana Ratauê avistando spoilers


Interstellar é um filme difícil. Acho que isso define muito bem o meu sentimento em relação a ele e aos comentários que pude pescar das pessoas que falavam sobre o filme perto de mim. Temas científicos não costumam ser muito atraentes – e Nolan foi bastante ousado ao criar sua história em cima de ciência pura.

O filme não é cientificamente perfeito, porque,
como bem disse a Sybylla, é uma obra de ficção, e não um documentário sobre viagens interestelares. É muito chato exigir que a ficção científica seja uma coisa só; ficar reclamando que o filme não presta porque tem furos científicos ou porque não é igual 2001: Uma Odisseia no Espaço é de desgraçar a paciência. Vamos por a mão na consciência e viajar com a ficção, que tal?

Sou até bastante interessada em ciência, mas boiei em relação a vários termos e teorias usados no filme, embora não tenha sentido falta de um diploma em astrofísica para entender a história, a motivação dos personagens e os detalhes das viagens. Teve um momento que eu até me irritei porque achei que estavam explicando mastigadinho demais (quando o Cooper encontra a NASA), mas deu pra perdoar porque até então eu não sabia que o filme era longo e ainda tinha muita coisa para acontecer; então tudo bem matar logo essa parte que situa o espectador no universo da história (os planos de procurar outros planetas, como fazer isso, etc).

A minha suspensão de descrença me segurou firme em boa parte da viagem e aceitei numa boa coisas meio mentirosas, como o cara estar num planeta com amônia na atmosfera, quebrar o vidro do capacete e continuar lutando. O próprio Neil DeGrasse Tyson ironizou no Twitter: cara, se você consegue sobreviver a um capacete rachado, talvez a atmosfera do planeta não seja assim tão tóxica!

O que me incomodou mesmo foi quando a Dra. Brand começou a defender que deveriam pousar no planeta de Edmunds e não do Dr. Mann porque ela era apaixonada pelo primeiro e que isso só podia significar que o planeta dele seria o escolhido, porque o amor é palpável, é uma força verdadeira e blá blá blá, ronquei. Primeiro, essa paixão meio que foi tirada do nada, porque em nenhum outro momento a personagem demonstrou qualquer sinal disso (o que não passaria desapercebido se fosse algo tão importante); depois, fica aquela impressão de que mulher tem que ser guiada pela emoção, pelo amor – e meu deus, ela é uma cientista!!! Devia amar evidências, em vez de ir se arriscar num planeta só pela chance de reencontrar um homem.

O problema nem é o uso do amor, porque veja bem: 1) há uma relação de amor muito forte no filme entre Murph e o pai, que é construído tão direitinho que a motivação deles convence, não fica parecendo só um discurso tirado da boca do roteirista como foi o caso da cena da Dra. Brand; 2) Carl Sagan usou brilhantemente o amor no seu livro “Contato” e me fez chorar litros com isso, mas na história dele fazia todo o sentido do mundo, enquanto ali apenas forçou demais a barra.


A Gizelli escreveu muito melhor sobre outros problemas de representação feminina em Interestellar (que aliás, nem passa no Bechdel Test, apesar de contar com duas personagens fantásticas), e alguns desses problemas eu nem tinha me dado conta porque eu estava mais ocupada me irritando com a jobber aura do Cooper.

Poxa, os caras criam um roteiro fantástico, super elaborado, e apelam pra esse clichê preguiçoso de fazer o protagonista vencer todos os desafios porque sim? Jobber aura num filme desse porte eu não perdoo (
já escrevi aqui sobre jobber aura, ou aura de invencibilidade, e porque acho isso péssimo).

Francamente, Cooper ter voltado de um buraco negro cagou o filme pra mim. Minha suspensão de descrença explodiu naquele momento. Pode me chamar de chata, intolerante, mas eles passam o filme todo dizendo que nada escapa de um buraco negro para no fim o bonitão escapar lindo, jovem, vitorioso?

Só a gravidade atravessa um buraco negro; e pelo jeito a jobber aura também.

O filme tem um visual fantástico (apesar de ter me impressionado mesmo pelo áudio), duas mulheres cientistas incríveis, robôs maravilhosos, um mundo distópico bem interessante e o ritmo da história é muito bom, envolvente. 

Peca por ter muito mais do mesmo, mas em nenhum momento eu esperava que fosse ser um daqueles filmes que mudariam a minha vida, então tudo bem; especialmente porque, pela grandiosidade e pelo conjunto da obra, Interstellar pode sim ser considerado mais uma vitória para a ficção científica.

Migalhas boas



:: Este clipe com pessoas dançando é hipnótico, estou apaixonada (dica: assista em HD, tela cheia).

:: Minha participação no #
DesafioArteGorda.

:: Chorei com essa história de uma família que
salvou uma baleia jubarte que estava presa em uma rede de pesca. Baleias, que criaturas maravilhosas.

:: Anita Sarkeesian divando na Businessweek em uma matéria sobre o combate ao
sexismo nos games (sim, o feminismo é pop!).

:: Uma história em quadrinhos de Interstellar com
a história não contada sobre o Dr. Mann.

:: Estas
ilustrinhas.


♥︎
♥︎
Eu não podia deixar a edição #42 passar sem fazer alguma referência ao Guia do Mochileiro das Galáxias, onde aprendemos que este número tem alguma coisa a ver com o sentido da vida, do Universo e de tudo o mais.

Então selecionei um trechinho deste que é um dos meus autores favoritos de ficção científica:

"Desde que esta Galáxia surgiu, vastas civilizações cresceram e desapareceram, cresceram e desapareceram, cresceram e desapareceram tantas vezes que é muito tentador pensar que a vida na Galáxia deve ser (a) similar a um enjôo marítimo, espacial, temporal, histórico ou similar e (b) imbecil.” 

(A Vida o Universo e tudo mais, capítulo 5)

Com esta me despeço. Até mais e
obrigada pelos peixes :)

Beijos protagonistas,

Aline.

Copyright © 2014 Aline Valek :: Escritora, Todos os direitos reservados.


 
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