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Palavra do dia: “fanerítica” 

Bobagens Imperdíveis Ano 3 Edição 104


Tem coisas que ninguém sabe o que a gente passa. Mas que eu resolvi contar porque estava pensando em escrever uma newsletter mais pessoal e decidi que vai ser esta. Afinal, por que não?

Passo muito tempo sozinha, o que não tem aqui o significado de oh, coitadinha, não tenho ninguém. É mais no sentido de ser uma rotina mesmo, algo tão normal quanto a de alguém que passa muito tempo, sei lá, vendo TV – coisa que grazadeus já não tenho mais aqui em casa.

Tem a ver com o tipo de trabalho que escolhi para mim. Se eu tivesse escolhido trabalhar com música, por exemplo, talvez isso seria um pouco mais difícil. Teria que trabalhar com uma banda, frequentar estúdio, fazer shows, ensaiar com outras pessoas. Ou não. Tem uma mina, a Kawehi, que consegue fazer todos os instrumentos sozinha. E ainda faz backing vocal de si mesma.

(mas eu certamente não seria ela. Aliás, vamos ser realistas e admitir que eu não trabalharia com música at all, né. Tem um violão aqui em casa e eu não sei nem segurar. Tenho uma ocarina, que comprei você deve imaginar por quê, mas só aprendi a tocar o Song of Time e bem toscamente, por sinal)

Acredito que já tenhamos superado o momento de achar que trabalhar em casa é molezinha, à medida que os artigos no Medium a favor do home office foram sendo, aos poucos, substituídos por textos do tipo “a grande mentira de trabalhar em casa” ou “como passei a trabalhar em casa e deixei de ser produtivo”. Então vou pressupor que você sabe (ou imagina) que não é nenhuma maravilha trabalhar em casa, sozinha. Não que algum dia eu tenha nutrido alguma ilusão de que seria diferente.

Mas é aquilo: tudo depende. Para muita gente, o que jogou água nesse chope de trabalhar em casa foi a procrastinação. Muitos estímulos, muitas oportunidades de simplesmente deixar o trabalho pra lá e tirar uma soneca, jogar video-game ou fazer uma faxina surpresa no armário. Pra mim, o perigo é outro. É não ter mais noção do quanto eu estou trabalhando, porque o trabalho acontece também no meu lugar de descanso. E aí acabo trabalhando sem parar.

Entro num vórtice tão pirado que eu esqueço de coisas meio básicas. Tipo beber água. É possível que eu tenha passado dias inteiros sem beber um único copo d’água – e eu não sei o que acontece, simplesmente não sinto sede, meu corpo foi adaptado para viver em cenários desérticos, tipo Brasília ou o mundo de Mad Max. Mas é algo que eu não posso permitir, tenho que me esforçar, criar o hábito de beber mais água.

(queria dizer para a minha mãe, que provavelmente está lendo esta newsletter, que estou tentando e até conseguindo, não me dê bronca!!!)

Porque o corpo cobra. E eu não quero esperar meu rim cuspir alguma pedra na minha cara para eu lembrar de tomar água.

(aliás, você já tomou água hoje?)



Então lembro do Alex Castro contando em algum texto sobre o processo dele, em que ele estabelece uma rotina com marcos que servem para mostrar ao corpo e à cabeça dele que pronto, chega, fim do expediente. Acho que no caso dele era servir uma taça de vinho. Que é um marco maravilhoso, queria adotar.

Mas eu já tinha um marco desse tipo. Pontualmente às 19h30, todos os dias, Aurélio, meu gato sistemático (o preto), vem me cutucar para eu ir até a cozinha servir comida para ele. E não digo “cutucar” no sentido figurado: ele fica de pé e usa a patinha para me dar tapinhas no braço, enquanto mia insistente como quem diz “faz o favor de sair da frente desse computador?”

Eu ficava irritada, dizendo a ele para deixar de ser egoísta e exigente, que a vasilha de ração nem estava vazia ainda – é, passar tanto tempo sozinha tem como efeito colateral discutir racionalmente com gatos; porém passei a entender que o interesse dele não era pela comida, e sim em me fazer parar de trabalhar.

(aqui em casa criamos a teoria de que os gatos conseguem sentir vibrações que não conseguimos, e a minha exaustão em passar tantas horas seguidas trabalhando acaba sendo percebida primeiro pelos gatos do que por mim; um cansaço invisível que para eles deve soar como um sino escandaloso que os tira de sua sonequinha gostosa)

Então passei a obedecer o gato.

E o fato de eu ter que seguir orientações de um bicho que se diverte com caixas de papelão já é um indicativo que eu não funciono bem sozinha.

Bem, aí é que entramos no ponto principal deste texto, que nem é sobre o aspecto “em casa” do meu trabalho, mas sobre o aspecto “sozinha”. Ainda que eventualmente eu precise lidar com algumas pessoas, é um trabalho que faço sozinha. Preciso produzir, resolver problemas e tomar decisões, tudo sozinha. Ainda que com o apoio de alguém, são atividades que cabem a mim.

Não é exatamente uma reclamação. É como eu sei fazer as coisas. Talvez isso é o que tenha me levado a trabalhar como escritora. Se eu soubesse fazer as coisas de outra forma, sabendo trabalhar em grandes equipes, eu iria trabalhar com cinema, algo assim. Seria legal. Mas sou outro tipo de pessoa, que sabe fazer outras coisas.

Não tenho certeza se foi um pintor ou um escritor que uma vez disse: “encontramos o próprio estilo quando não conseguimos fazer as coisas de outra maneira”.

Desde sempre eu tenho uma tendência a buscar domínio de todas as etapas necessárias para contar uma história. Foi por isso que aprendi a desenhar; queria fazer meus próprios quadrinhos e ilustrar meus próprios personagens.

Tento aprender de tudo que tenha a ver com o que eu faço e com a forma que quero fazer as coisas. Busquei aprender Photoshop para eu mesma poder cuidar da edição das imagens que preciso – e das ilustrações, e atualmente até dos gifs animados que uso no início das newsletters. Sei o suficiente de html, de edição de vídeo, de áudio e de diagramação para fazer o que preciso no meu blog, para publicar meus textos, meus livros, para fazer a divulgação do meu trabalho.

É bom tentar ser autossuficiente, mas ao mesmo tempo é uma limitação. Eu poderia buscar trabalhar, por exemplo, com ilustradores melhores que eu, para conseguir fazer trabalhos de mais qualidade. Mas não. Teimo em fazer sozinha, em parte porque não tenho como pagar um ilustrador sempre que preciso (um dia chego lá), mas também porque tenho essa tara em meter minha mão em todas as partes do processo (ui).

Tento ao máximo não depender de ninguém. Mas dependo.

Isso tem a ver com um causo que queria te contar. Nem sei se devia, é meio ridículo. Mas já que estamos aqui mesmo, né? Que seja.

Semana passada eu precisava gravar um vídeo; já tinha pensado mais ou menos no roteiro, seria eu falando para a câmera, coisa simples. O Marcos me emprestou o equipamento e deixou tudo arrumadinho antes de sair, era só eu apertar o botão. Eu consigo fazer isso, pensei.

Sozinha, fui gravar. Foi difícil, mas no final das contas consegui falar o que eu queria e o resto eu arrumava na edição. Desliguei tudo, desmontei tripés, etc, e fui passar os arquivos para o computador.

<<Primeiro Nome>> do céu. Foi quando minha ingênua empolgação foi agarrada pelo braço e jogada pela janela: descobri que NADA do áudio foi gravado. E eu pensei, ah, tudo bem, vai com o áudio da câmera mesmo, fazer o quê. Mas claro que o vídeo também tinha dado problema. Por algum motivo, os vídeos com a primeira metade da gravação não estavam lá!

Na hora, eu até ri de nervoso. Não é possível, eu apertei tudo direitinho – mas obviamente eu fiz algo de errado, já que o vídeo não foi salvo.

Fui para a cozinha fazer almoço e pensar em como resolver aquilo: gravar tudo de novo? Comecei a chorar. De raiva da minha burrice. Eu podia ter tido um ataque como o da menina irritada com o trabalho de escola, gritando “gastei meu tempo, dinheiro da minha vida, fazendo merda que nem vou conseguir fazer, sabe, sabe”, mas como não seria doida de quebrar e jogar os equipamentos pra cima, só chorei mesmo.

Marcos voltou e eu estava com a cara toda derretida; acho que nem precisou explicar que eu não tinha conseguido para ele entender. Resolvi gravar de novo – minha burrice até posso aceitar, mas minha derrota jamais – e ele me ajudou a preparar tudo outra vez, garantiu que dessa vez ia rolar e me deixou sozinha no escritório para gravar.

Funcionou. De segunda, com uma boa dose de sofrimento desnecessário, mas consegui. Porque pude contar com alguém para me ajudar com o que eu não sabia. Não estava sozinha.

Isso me fez lembrar de uma vez no jardim de infância, quando a professora nos levou para uma atividade no parquinho. Ela lançou um desafio para entreter (controlar) a criançada: tínhamos que formar duplas ou trios para ver quem conseguiria juntar o maior montinho de areia.

Fiz sozinha, obviamente.

E do jeito mais difícil.

Queria porque queria fazer meu montinho no canto do parque, o que me obrigava a andar até o outro lado, onde tinha mais areia, e voltar para colocar no montinho. E tudo contando apenas com um par minúsculo de mãos para carregar a areia.

Eu estava orgulhosa do meu montinho, tinha um formato perfeito, uma consistência homogênea, porque eu estava selecionando bem a areia, que era mais molhadinha e escura, o que também fez meu montinho ficar mais firme.

No momento em que olhei para meus colegas, percebi que todos já estavam construindo montinhos três, cinco, até dez vezes mais altos que o meu. A professora encerrou o tempo e declarou os vencedores, que tinham construído uma admirável torre de areia (apesar de meio torta e disforme). Mas mesmo os que não ganharam se sentiram aliviados de alguma forma por não terem ficado em último lugar; afinal, ainda podiam apontar para o menor montinho, e esse era o meu.

A história do montinho vem em boa hora porque é exatamente assim que me sinto hoje. Fazendo um esforço imenso para construir algo sozinha, com minhas mãos, mas ver que todo esse esforço não está me levando muito alto.

Sozinha não é impossível, mas é mais difícil e demora muito mais.

Talvez seja um indicativo de que, se posso aprender a dominar todas as etapas do processo, posso aprender a incorporar mais um par de mãos para me ajudar a fazer esse trabalho e, quem sabe assim, construir um montinho maior.

Mas o fazer sozinha não deixa de ser importante, porque é a base, a estrutura. O fazer sozinha permite desenvolver algumas habilidades importantes, essenciais, que talvez precisem vir antes de mais um par de mãos, de mais gente trabalhando junto.

O fazer sozinha ensina a ser como a aranha.

A aranha mesmo, a de oito patas.

Estava pensando em como a aranha é uma trabalhadora solitária. Sozinhas, constroem suas teias. As que constroem teias, claro, porque nem todas constroem teias. 

E é um trabalho criativo: elas tecem formas complexas e sofisticadas suspensas no ar, feito mandalas ou labirintos, desenhados a partir de um único traço. Tiram de suas entranhas o material – aminoácidos proteicos – que, ao entrar em contato com o ar, se cristalizam na forma de um fio flexível, elástico, mas muito resistente.

Aranhas precisam ser versáteis com seu talento. Usam sua teia para capturar a presa, mas também para construir casulos, abrigos, fazer adornos, guardar o alimento, pular de um lugar para o outro. Também precisam aprender a construir teias diferentes. Variar o traço. Experimentar novos formatos. Afinal, cada captura exige uma estratégia diferente.



O resultado do seu trabalho é uma estrutura muito resistente – cinco vezes mais do que o aço, tão resistente que pode se esticar bastante sem se romper. É algo com consistência, firmeza. 

Mas apenas seu talento para criar algo assim não basta. Acima de tudo, a aranha sabe esperar. Trabalha muito, trabalha sozinha, constrói algo bem firme e então espera. Tem paciência.

A espera é importante porque, quando o trabalho é bem feito, a recompensa vem. A aranha sabe disso. E espera.

Fazer sozinha é cansativo, difícil, exige muito. Mas é nesse processo artesanal que se aprende. Aprendo coisas novas, aprendo formas de aperfeiçoar o que já faço, mas sobretudo aprendo meus limites. Aprendo que, por estar sozinha, preciso de mais tempo para fazer algumas coisas, que eu conseguiria mais rapidamente com a ajuda de mais mãos – como construir montinhos de areia bem altos.

Mas também aprendo que de nada adianta oito braços se não for para focar num trabalho consistente, firme, bem feito. Chegar mais alto é bom, mas não é tudo. Crescer mais rápido não é tudo. É a consistência desse trabalho que permite que a gente não só cresça, mas permaneça.

E é em busca disso que continuo aqui, por enquanto sozinha, com o meu trabalho de aranha.

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Hoje sonhei com aranha.

Por algum motivo, eu ia para a Austrália. Lá não se podia tomar banho sem dar de cara com uma aranha gigante te esperando no banheiro.

Fiquei desesperada, me enrolei na toalha e fui avisar alguém no hostel (nem em sonho eu tinha grana suficiente para pagar um hotel) que tinha uma aranha gigante no banheiro, se alguém podia tirar ou se, sei lá, eu podia usar outro banheiro.

Então me respondiam:

Minha filha, se você está vendo a aranha então é sussa. Fica de olho nela e pode tomar banho tranquila. O problema é quando você NÃO está vendo a aranha.

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Indicações do coração

– O livro Vaca e outras moças de família, da Renata Corrêa, foi uma das minhas leituras mais recentes e deliciosas. Um livro curto, com vários contos protagonizados por mulheres que têm em comum apenas o fato de mostrar que mulheres não são todas iguais. Há empregadas, patroas, prostitutas, adolescentes, divorciadas, videntes, perdidas, rancorosas. Gosto de como Renata não escreve sobre heroínas perfeitas; suas personagens são humanas, têm contradições, fazem merda, pensam e agem diferente de nós. E, no meu conto preferido, “Escancarada”, o que fecha o livro, a personagem tenta se livrar daquela amizade com uma mulher inconveniente que ela nem entende como conseguiu entrar na vida dela. Quem nunca, né.



– O projeto Outras meninas, da ilustradora Manu Cunhas. Fiquei apaixonada pelas aquarelas dela, que buscam retratar mulheres de diferentes tipos, cores e idades, contando a história delas com seus corpos. É incrível como cada desenho tem uma personalidade única, são tão verdadeiros e tão cheios de expressão. Dá pra passar horas no tumblr dela tentando escolher uma ilustra favorita. Ela também tem um instagram, olha. Manu agora está tentando transformar seu projeto num livro e é possível apoiá-la e garantir o seu aqui.
 
– Esta semana saiu música nova da Amanda Palmer: Machete. Você pode ouvir clicando aqui, mas ela faz apenas dois pedidos: que você ouça com fones de ouvido (a música é densa e assim você consegue captar melhor toda informação) e que antes você leia o texto que ela escreveu. Nele, ela conta a história que a levou a escrever a música, em homenagem ao seu melhor amigo que faleceu ano passado, além de contar como compôs enquanto cuidava de seu bebê. Resultado: assim que terminei de ler e comecei a ouvir, eu já estava chorando. Foi uma experiência de entrar tão fundo na vida de uma pessoa que não conheço, que nem sabe que existo, e apesar disso ter a sensação de que houve uma conexão. E a capa da música, ah, a capa.



#MatriarcadoWins

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Eu por aí

Fui convidada para participar de um vídeo no canal do Grupo Autêntica, para falar sobre a importância de mulheres na literatura, aproveitando as discussões do Dia da Mulher!

(tô tentando me acostumar com minha carinha em vídeo, coisa que vou fazer cada vez mais)
 
O papo foi com o youtuber Luan Felipe e no vídeo falo sobre algumas autoras que me inspiraram, das dificuldades de escrever sendo mulher e sobre o direito das mulheres de contarem as próprias histórias – e o nosso direito de ouvirmos as histórias delas!

Para assistir ao vídeo, clique na imagem:



Toda terça está tendo texto novo na minha coluna na Carta Capital, e o texto desta semana foi para aproveitar o Dia da Mulher (este eterno Dia da Marmota, principalmente para quem é feminista e todo ano precisa ficar repetindo as mesmas coisas) para falar sobre a necessidade de ouvirmos e valorizarmos as mulheres durante o ano inteiro.

Ou seja, não é um texto sobre o Dia da Mulher. Porque um dia não é o suficiente para tudo o que temos para dizer. Precisamos do calendário inteiro.

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Do blog do Seth:

“A coisa mais real em nossas vidas são as histórias que inventamos.

Vivemos com estas histórias, nos lembramos delas e as aperfeiçoamos.

E, felizmente, se você não gosta da história que você está contando a você mesma, você pode mudá-la.” 

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Esta edição da newsletter está chegando em menos caixas de entradas. Resolvi criar um filtro para separar os assinantes menos ativos, ou seja, aqueles que não abrem a newsletter há pelo menos vinte edições (e convenhamos que VINTE é tempo pra caramba sem abrir) e mandar apenas para quem realmente está lendo, mesmo que eventualmente, os textos que mando.

Se você está lendo isso, não se preocupe: você CERTAMENTE não está nessa lista!

Por que estou fazendo isso? Eu não tenho um espaço ilimitado no mailchimp e a lista de assinantes não para de crescer. É uma forma de criar espaço para novas pessoas entrarem, mas principalmente uma forma de manter por perto quem tem interesse na newsletter, enquanto tem interesse.

Não acho interessante continuar mandando e-mail atrás de e-mail para pessoas que nem vão abri-las. Para ser ignorada já tenho o Twitter e para fazer meus textos não chegarem nas pessoas já tenho o Facebook, né? Quero falar para quem quer ouvir, e também me horroriza a ideia de estar enchendo o e-mail dessas pessoas com o que elas não querem receber.

Além disso, esses assinantes menos ativos puxam os índices de leitura para baixo, o que pode (é uma hipótese) fazer com que os servidores de e-mail achem que a newsletter é spam e comece a extraviar minhas cartinhas para você.

Sempre bom lembrar que por mais que você leia com frequência, é importante adicionar escreva@alinevalek.com.br aos contatos do seu e-mail; ensinar ao Gmail (se você usa Gmail) a mandar a newsletter para sua caixa de entrada principal; clicar naquela setinha amarela antes do remetente para ele aprender que é um e-mail prioritário; tudo para diminuir as chances de seu e-mail achar que a newsletter é spam de uma hora para a outra e não deixar você receber as próximas edições.

(tem acontecido com algumas pessoas, fico #xatiada)

Se você suspeitar que não recebeu alguma edição, pode dar uma olhada no arquivo da newsletter, que linko no final de todas as edições; assim você pode ver se perdeu alguma e ler & reler as anteriores sempre que quiser.

Ah, e se você não quiser mais acompanhar, não se acanhe: o botão para cancelar sua assinatura também está acessível no final de todas as edições (mas você sempre pode voltar quando quiser). Como eu já disse, acho muito mais interessante, para mim e para quem lê, continuar escrevendo e conversando com quem quer continuar no bonde de Bobagens.

Afinal, a ideia da newsletter é justamente ser um canal mais próximo entre autora e leitores. Se deixar de ser isso, bem, não faz mais sentido.

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Sabe o vídeo da historinha que contei lá em cima? É esse aqui embaixo, clique na imagem para assistir:



Isso é algo que hoje ainda acho difícil, mas que aprendi a fazer: deixar as pessoas me ajudarem. Sem a ajuda dos leitores que contribuem comigo, eu não conseguiria continuar o meu trabalho, então precisei aprender.

Entra ano, sai ano, preciso voltar a esse assunto apenas para lembrar que, se você quiser e puder, você pode me ajudar. 

♥︎ Clique aqui para ver como apoiar a escritora ♥︎

Mas esse ano tem novidades! Como alguns leitores contribuem com mais de R$ 10/mês, resolvi lançar a opção de assinatura de R$ 20/mês, para quem pode me apoiar com um pouquinho  mais.

Outra novidade: atendendo a pedidos, agora tem a opção Paypal! No final da página, procura o botãozinho azul de “Doe” com a marca do Paypal. Lá você vai poder colocar o valor que você quiser, para uma doação única. Se quiser que essa doação seja mensal, basta clicar na caixinha “tornar doação recorrente”.

Se você não pode ajudar dessa forma, não tem problema! Você pode me ajudar MUITO ao compartilhar meus textos, vídeos, indicar a newsletter, apresentar meu trabalho para seus seguidores, seus amigos, as pessoas que você gosta :)

Volto com mais Bobagens Imperdíveis a qualquer momento. Enquanto isso, não deixe de se hidratar bastante.

Beijos aracnídeos,

Aline.


Para ver o arquivo com as edições passadas, clique aqui.

Se curte receber meus e-mails, indique prazamiga, mandando este link. Obrigada!



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