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Uma edição trabalhada na sexualidatchy

Mulher faz sexo

 


Ainda não conseguiram inventar algo – nem vampiro, nem lobisomem, nem Cthulhu, nem declaração de Imposto de Renda – que ponha mais medo na sociedade do que a seguinte constatação: mulher faz sexo.
 
Uma simples e banal verdade que é capaz de escandalizar as mais diversas camadas da sociedade – e veja que estamos falando da mesma sociedade onde se briga por time de futebol e se faz café descafeinado – não importa quantas vezes essa verdade seja esfregada nas nossas fuças. Mulher faz sexo, oras, é algo que a cada dia se confirma quando calcinhas vão ao chão – e que a cada dia a sociedade arruma formas de negar.
 
Mulher faz sexo, você sussurra três vezes diante do espelho, se tiver coragem. Os pilares sobre os quais construímos nosso mundo sacodem um pouco quando isso é dito em voz alta, de forma que um machista a quilômetros de distância é capaz de sentir calafrios com essa ideia ressonando em sua mente – e ele olhará para trás, muito abalado, se perguntando de onde veio o raio de pavor que cruzou o seu caminho.
 
Mulher faz sexo – e talvez o ameaçador nessa afirmação esteja na construção da frase: mulher sujeito, ela é quem faz, a ação é dela. Isso dá um tilt na sociedade que você não imagina. Sim, porque o desejável, o esperado, o ideal é homem faz sexo na mulher, onde o sujeito é o homem, a mulher é o objeto. Dela não se espera ação, nem vontade, nem desejo. Agora, leia – mulher faz sexo – e você estará descrevendo uma realidade apavorante para muita gente.
 
Acreditam que algo terrível pode acontecer se a mulher puder fazer sexo com quem quiser, quando quiser, quantas vezes quiser. Segurem as periquitas, eles dizem, ou, ou, (ou o quê?) ou a nossa civilização será destruída! A sociedade entrará em colapso! A inflação vai aumentar!
 
Não que tenham nos dado alguma justificativa plausível até agora, mas decidiram que não é saudável metade da população humana ter direito irrestrito a uma vida sexual livre – porque algo terrível pode acontecer e blá blá ronquei. Como isso pode fazer algum sentido, não sei. Porque veja. Homens e mulheres fazem sexo (às vezes uns com os outros, é bom dizer), mas só as mulheres perdem o valor” se assumem isso.
 
Logo, a mulher que faz sexo se torna um mal a ser combatido. Um alerta é colocado em looping em todos os lugares para que não nos tornemos piranhas, vadias, para que a gente se dê ao respeito, para que nós não sejamos como as outras. De que lado você está, eles dizem, do lado das mulheres de bem ou do lado das vagabundas?
 
Mulher faz sexo; algo tão perigoso de se dizer que criaram palavras novas para se referirem a nós. Piranha, eles dizem, é “mulher que faz sexo com quem quiser” e/ou “mulher que faz sexo e não é comigo”. Onde se lê piranha, leia-se também puta, vadia, vaca, vagabunda, rodada.
 
Esta última me interessa particularmente. Mulher rodada.
 
Eu juro que tento me interessar pelo significado da expressão ainda que eu pareça simplesmente estar fazendo esforço para não gargalhar alto toda vez que escuto isso de “mulher rodada” a sério.
 
Como se define quem é a mulher rodada? Quantos quilômetros de pinto é preciso percorrer para virar rodada? E as mulheres que não fazem sexo com pessoas de pinto, podemos considerar que serão sempre zero km? O que fazer com mulheres que já transaram determinado número de vezes e ficaram rodadas demais para os padrões da sociedade? Descarta?
 
Dúvidas, muitas dúvidas.
 
A única coisa que eu sei é que o homem inseguro não suporta a ideia de uma mulher que tenha a mesma vida sexual que ele. O homem inseguro morre de medo de mulher com liberdade sexual e logo esse medo se transforma em raiva.
 
O homem inseguro odeia mulher que faz sexo porque a teme – e são diversos os motivos de seu temor: porque ela pode escolher transar com outras pessoas e não com ele; porque ela pode descobrir que ele não é tão bom de cama quanto diz ser; porque ele teme ser comparado; porque ele teme ser rejeitado; porque ele teme ter seu poder diminuído diante de alguém que sabe o que quer.
 
E então os gemidos de todas as mulheres se satisfazendo sozinhas ou acompanhadas despertam o homem inseguro no meio da noite e ele, sozinho, se agarra ao cobertor e começa a chorar.
 
São muitas as questões que atormentam a diminuta cabeça do homem inseguro, e ele só sabe extravasar tanto medo diminuindo a mulher que faz sexo. Dizendo que é rodada, que não se dá ao respeito, que é vadia – e essa história a gente já conhece. Tudo para negar uma verdade da qual ele nunca vai conseguir fugir completamente:
 
Mulher.
 
Faz.
 
Sexo.
 
E quando ele expressa seu antiquadíssimo machismo, as chances desse sexo ser com ele diminuem consideravelmente – é a liberdade de expressão do machista atuando em favor da nossa liberdade sexual, afinal, melhor para nós se soubermos quem são os babacas para quem não vale a pena dar nem o dedão do pé pra chupar.
 
Podemos imaginar que o problema não é o sexo, porque poxa, é uma sociedade que tem indústrias inteiras baseadas no sexo! Como odiar algo por trás de cada promessa sussurrada pelos comerciais de cerveja ou de desodorante masculino?
 
(Fica parecendo até que o que odeiam é o poder da mulher de querer ou não querer, como se sexo só pudesse ser realmente excitante se for contra o consentimento dela. Mas que bobagem a minha achar que seria isso; não, não, certamente não existe tal coisa como terem prazer em impor sexualidade pra cima da gente)
 
Certamente o cara que se dá (porque a ele ninguém deu) a autoridade de rotular mulheres que prestam ou não com base em sua vivência sexual também gosta de sexo – e é aí que a lógica machista entra em parafuso.
 
O machista heterossexual é uma criaturinha em eterna contradição, pois age e pensa de forma a desprezar justamente o gênero que diz “gostar”. Chego à conclusão que esse tipo não gosta de mulher, mas de um totem que só existe em sua imaginação e nos pornôs ruins que ele consome para fugir da solidão; a partir do momento em que a mulher desencarna desse totem e se mostra como pessoa (mostrando, por exemplo, que ela tem vontade própria e faz sexo como qualquer ser humano), ela passa a ser temida e odiada.
 
A sociedade feita para mimar esses machistas inseguros vai se sentir menos mal se algo de ruim acontecer a essas mulheres. Se sofrer violência, foi porque mereceu. Ela insinuou, ela provocou, ela não devia ter saído de casa. 
 
Joga pedra na Geni, joga bosta na Geni. Ela dá pra qualquer um, maldita Geni!
 
Talvez ela mereça ser punida, eles dizem. E por isso negar que o corpo da mulher pertence a ela, em qualquer oportunidade que apareça. Engravidou? Se engravidou é porque fez sexo, se fez sexo tem que pagar, tem que parir, eles dizem. Gravidez como punição, que belo conceito.
 
(não que eu esteja exigindo alguma coerência desse mundo que idolatra sexo mas não aceita mulher que transa, nossa, longe de mim)
 
Os que apontam dedos só gritam alto e fazem barulho porque não querem se confrontar com os sussurros de prazer que assombram cada ambiente; são os rastros que provam que estão cercados de mulheres que transam – suas mães, suas chefes, as vizinhas, as sobrinhas, as irmãs, a senhorinha do assento preferencial do ônibus.
 
Fazem sexo sozinhas, com quem elas querem, com quantos elas querem, com outras mulheres, com suas fantasias secretas, com os corpos que são só delas e de mais ninguém. Fazem sexo e vão continuar a fazer, por mais que os outros falem alto e digam que elas não podem. Quem vai impedir?
 
Mulher faz sexo – e as vozes que afirmam isso corajosamente na frente do espelho se multiplicam, ficam mais fortes, de sussurro viram estrondo. Quem se recusa a aceitar isso se agarra ao medo – que é tudo que resta – e espera que os pilares de seu mundo antiquado consigam resistir ao tremor.
 
Mas com tanta mulher rodada junta, vai ser difícil fazer essa roda parar de girar.


vamo rodar, migas

Donas do corpo

 

Não sou muito de filmes românticos. Aquela idealização do amor, formulinhas prontas, a coisa da mulher ter que arrumar alguém, como se seres humanos não fossem autônomos e completos mesmo sem suas “caras-metade”. Não, obrigada. Mas alguns são até razoáveis. Outros me surpreendem um bocado – e ainda conseguem me fazer pensar em outros temas.
 
Foi o caso de Obvious Child, uma comédia romântica protagonizada por Jenny Slate (do elenco maravilhoso de Parks & Rec), que faz o papel de uma comediante nova-iorquina em início de carreira, que faz shows em clubes de stand-up à noite e trabalha durante o dia em uma livraria à beira da falência.

 
A vida de Donna não é nada fácil: ela está cumprindo “aviso prévio” porque a livraria vai fechar, o que em breve a tornará desempregada e sem dinheiro, além de ter levado um fora do até então namorado, que termina com ela para ficar com uma de suas amigas.
 
Ela está indo ladeira abaixo até que conhece um carinha, os dois ficam super interessados um no outro, eles bebem, vão para a casa dele, transam e dá até pra achar que será mais um desses filmes em que o cara entra na vida da moça para “consertá-la” e que então ela irá conhecer o amor, dar a volta por cima etc etc – mas não é bem o que acontece.
 
A transa muito louca (“eu lembro de ter visto uma camisinha, mas não sei exatamente o que fiz com ela”) acabou resultando numa gravidez que Donna não pode e não quer levar adiante de jeito nenhum. Depois disso, a situação de Donna não tem como ficar pior; ela fica na merda.
 
Uma gravidez na hora errada e a mulher não pode simplesmente seguir a vida como se nada tivesse acontecido. Um acidente desses vai impactar a vida da mulher, de um jeito ou de outro: ela decidindo pela gravidez ou por sua interrupção. Para o homem é muito mais fácil se ver livre do problema: basta sumir (mais de 5 milhões de crianças sem pai no registro estão aí pra comprovar).
 
Pausa no Obvious Child para falar de outro filme (também romântico) em que esse dilema esteve presente – embora eu tenha demorado alguns anos para entender isso.
 
Quem não se lembra de Dirty Dancing, um dos maiores sucessos da Sessão da Tarde, né? Com Patrick “Ghost” Swayze e Jennifer “irmã do Ferris Bueller” Grey fazendo o casalzinho que protagoniza aquela cena de dança clássica ao som de "I’ve had the time of my life”. Aposto que você se lembra.

 
É a história de uma moça de 17 anos que vai passar as férias de verão com a família num resort e lá conhece um instrutor de dança lindo-tesão-bonito-e-gostosão por quem se sente imediatamente atraída (e a gente até entende quando vê o rebolado dele).
 
Claro que a história é sobre o envolvimento dos dois através da dança e de todas as tretas que isso causa, mas isso só acontece por causa de um plot secundário muito importante: Penny, a parceira de dança de Johnny (o Patrick Swayze), se envolve com um carinha que trabalha como garçom no resort e acaba engravidando dele.
 
Ela não pode arcar com essa gravidez, certamente por causa do trabalho (ela também dá aulas de dança no resort, e se não puder dançar, não consegue se sustentar), mas o carinha logo se mostra um Homenzinho de Merda™ e se recusa a ajudar Penny a conseguir um aborto; sequer reconhece que a responsabilidade seja dele, sugerindo que ela seja uma “mulher rodada” e que o filho deve ser de outro.
 
Detalhe: o filme é ambientado na década de 60 (embora o figurino e os cabelos façam os personagens estarem firmemente ancorados nos anos 80), quando o aborto era ilegal nos Estados Unidos. Faz sentido o desespero de Penny, completamente desamparada e sem saber como conseguir os 250 dólares (na época, uma pequena fortuna) para fazer um aborto clandestino.
 
Aí é que entra Baby, a protagonista, que apesar de novinha tem um grande senso de responsabilidade e logo se disponibiliza a ajudar a dançarina. Ela pede o dinheiro emprestado para o pai, sem contar para quê, empresta para Penny e ainda se dispõe a substitui-la numa apresentação que ela faria com Johnny em outro hotel, para que não ficassem sem a grana do show.
 
Na mesma noite em que Baby e Johnny se apresentam, Penny vai ao encontro do médico que vai cuidar de seu aborto – na verdade, um açougueiro; o primo de Johnny conta que o procedimento foi feito com uma faca suja em cima de uma mesa dobrável. Penny volta para casa sangrando, pálida, em choque, morrendo de dor.
 
De novo, Baby a salva. Ela corre e chama o pai (que mui convenientemente é médico) e ele faz o atendimento de emergência não deixando que Penny morra.
 
Revendo esse filme hoje fiquei bastante impressionada, especialmente por que o gatilho motivador da história é uma mulher ajudando outra mulher. Numa das cenas anteriores, as duas estão no vestiário preparando Baby para a apresentação e Penny confessa que está apavorada. Baby a abraça, diz que vai ficar tudo bem e tenta acalmar a outra – e como é difícil ver filmes românticos com mulheres se solidarizando e não rivalizando por causa de um galã.

mulheres que se ajudam é ♥︎
 
Acrescente a isso o aborto ilegal em questão, e o filme não poderia ser mais subversivo (e esse texto fala de outros motivos que fazem de Dirty Dancing um filme que sapateou em cima dos padrões).
 
O aborto, no entanto, é colocado de uma forma tão subentendida que seria mesmo improvável que eu tivesse entendido isso quando eu era mais nova. Em nenhum momento eles falam que Penny engravida; em vez disso, eles falam o tempo todo em “Penny’s trouble” ou “Penny is in trouble” (algo como “Penny está com um problema”) e sobre ela precisar de um médico (e nunca “precisar fazer um aborto”). Apenas pelo contexto dá pra ter uma ideia da situação.
 
Muito diferente de Obvious Child – de volta aos dias de hoje, em que o aborto já é legal na maioria dos estados americanos – quando Donna vai a uma consulta, a médica dá a notícia de que ela está grávida e já emenda com “agora vamos falar das suas opções” (não é o máximo ter opções em vez de ser obrigada a parir só porque o Estado te vê como uma incubadora?). Donna é bem direta e responde com todas as letras: “eu gostaria de um aborto, por favor”.
 
Mas não é por ser legalizado que o aborto se torna simples. Primeiro, porque os Estados Unidos não têm um sistema público de saúde como o nosso; como Donna não tem plano de saúde, ela precisaria pagar, se não me engano, 500 dólares para fazer o procedimento, o que não é pouca coisa. Em segundo lugar, porque mesmo um aborto feito de forma legal e segura levanta riscos e mexe com o corpo da mulher; não é sussa como ir fazer a unha, sabe.
 
Donna fica preocupada, claro, e em uma conversa com a amiga, ela, que já precisou de um aborto, tenta acalmá-la dizendo que leva uns 5 minutos para terminar e que depois ela pode sentir dores, como cólicas menstruais –  mas nada que lembre o cenário de quase-morte de Penny, em Dirty Dancing.
 
É interessante observar o mesmo cenário em duas épocas diferentes. Nos dois filmes, temos mulheres que estão decididas a não levar adiante uma gravidez indesejada. A diferença é que, em um deles, a mulher está tão disposta a isso que é capaz de recorrer à ilegalidade e coloca sua vida em risco; já o outro mostra que a mulher tem escolha e que ela não precisa sofrer, morrer e ser punida por causa disso.
 
Nem Dirty Dancing nem Obvious Child são filmes sobre aborto. Mesmo no mais atual, em que a própria protagonista é quem procura um aborto, essa não é a principal questão, nem um grande drama a ser superado. Na verdade, a história de ambos gira em torno de um romance heterossexual.
 
Mas essa questão estar presente, ainda que em segundo plano, dá aos dois filmes uma camada extra de profundidade que nos dá o que pensar. Especialmente em relação à nossa própria realidade, em que tantas mulheres morrem porque um direito básico lhes é negado – no Brasil, em relação aos direitos reprodutivos da mulher, ainda estamos presos à uma mentalidade que ficou parada na década de 60.
 
Além disso, são dois ótimos filmes sobretudo porque trazem protagonistas que vivem sua sexualidade de forma livre e rompem os estereótipos de mocinha-passiva-de-filme-romântico.

óia minha cara de quem espera por ~príncipe encantado~
 
Baby não age como se espera de uma garota virgem de 17 anos, que precisa esperar a iniciativa de um macho que queira “deflorá-la” (aliás, que ideia horrível e cafona essa de que a mulher está “perdendo” alguma coisa quando inicia sua vida sexual). É Baby quem vai atrás de Johnny e toma a iniciativa para transarem – coisa que, aliás, fazem várias vezes durante o filme.

cê acha que eu ligo pros padrões da sociedatchy?

Donna também é mulher de atitude, desinibida e, para o horror de muita gente, transa com um cara na primeira noite em que o conhece. “Rodadas, não se dão ao respeito”, já diria a voz dessa nossa sociedade machista e imbecil.
 
(amg, se liga, que um filme dos anos 80 tá mais muderno que você)
 
Também pudera: não seria um filme que trata da questão de aborto dessa perspectiva que negaria a liberdade sexual às suas protagonistas. Afinal, tanto a liberdade sexual quanto o acesso ao aborto legal e seguro partem da ideia-chave de que a mulher tem direito ao próprio corpo.
 
(não é por acaso que as duas coisas nos sejam negadas nesse mundo machista: se não temos direito ao nosso corpo, então não somos ninguém, somos menos que humanas)
 
Pode dar o selo de aprovação Valek para os dois filmes? Pode sim. Dirty Dancing especialmente pelas cenas de dança super sensuais que me deixaram grávida só de assistir (brincadeira, viu!) e Obvious Child pelas caras ótimas da Donna e pelo roteiro ter me surpreendido pelo menos duas vezes (mas não vou contar, você vai ter que assistir, blé).
 
E olha que quem está recomendando é alguém que mui dificilmente é conquistada por um filme romântico, hein.

nem Donna esperava pela minha aprovação

Rodada de links

 
 
:: o tumblr Mulher Rodada.
 
:: este texto sobre relações BDSM, já que é pra falar de sexo.
 
:: meu bate-papo com a Jarid sobre feminismo na mídia.
 
:: se você não leu na edição anterior, publiquei o texto V de Vorazes no Medium.
 
:: minha crônica sobre Brasília lá no blog para você ler e divulgar prazamiga.
 
:: orgulhinho de ter saído na lista de mulheres mais inspiradoras do ano do Think Olga pelo lançamento do Sonho da Sultana.

:: como essa semana vi pouquíssimos links, vou preencher o resto deste espaço com uma sofisticadíssima imagem.


 
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A edição anterior da newsletter ficou tão grande que o gmail cortou a mensagem :(

Fiquei com medo de que isso acontecesse de novo e resolvi fazer uma newsletter menor  (o que não significou necessariamente textos mais curtos, como você deve ter percebido, mas tentei pelo menos enviar menos textos).

Espero que tenha chegado tudo direitinho aí procê, Aline :)

Vou tentar não me desanimar com a queda na leitura nessa e nas próximas edições, porque sacumé né, época que as pessoas viajam, se desconectam e não querem nem saber de e-mail – e eu entendo perfeitamente.

Se você for viajar, saiba apenas que estarei na sua caixa de entrada e que nem a evasão dessa época vai me impedir de te mandar mais e-mails cheios de bobagens – e quero ver qual é o Papai Noel que vai me segurar.

Beijos transões,

Aline.


 

Copyright © 2014 Aline Valek :: Escritora, Todos os direitos reservados.


 
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